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Após longa data, Jimi reencontrava seu baixista preferido, Billy Cox, este que foi seu companheiro de exército e também de jams sessions em pubs naquela época. Cox foi o substituto de Noel Reding, que foi escolhido por Jimi mais pelo seu corte de cabelo do que por suas qualidades de músico, pois na verdade nem era realmente baixista e sim um guitarrista convertido. Junto a eles estava Buddy Miles, um baterista com influências totalmente funk/soul ao invés da levada de Micth Mitchel, que era jazzista por formação. Aí surgia Band of Gypsys, para seguir direções mais para o lado r&b. O que na opinião de muitos foi a melhor fase de Hendrix, revelou pérolas como “Who Knows” e “Power to Love”, ambas poderosas e intensas. Mas nenhuma delas melhor que “Machine Gun”, que mostra um Jimi Hendrix com controle absoluto de sua guitarra tirando sons de bombas, metralhadoras e um solo arrebatador que vai além das expectativas do que um homem poderia fazer com uma guitarra elétrica nas mãos. Band of Gypsys não é somente uma fase importante do legado de Hendrix, mas um dos melhores álbuns ao vivo de todos os tempos. Por Gabriel Sáez |



