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	<title>Revista Toro &#187; Blog</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Air no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O duo francês Air anunciou shows no Brasil no próximo mês de outubro. A turnê sul-americana da dupla formada Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel também passa por Chile e Colômbia. Ainda não foram divulgadas informações sobre a venda e o preço dos ingressos.
Na ativa desde 1995 o Air tem em sua discografia bons álbuns, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O duo francês Air anunciou shows no Brasil no próximo mês de outubro. A turnê sul-americana da dupla formada Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel também passa por Chile e Colômbia. Ainda não foram divulgadas informações sobre a venda e o preço dos ingressos.</p>
<p>Na ativa desde 1995 o Air tem em sua discografia bons álbuns, como a trilha que fez para o filme &#8220;Virgens Suicidas&#8221; (1999), de Sofia Coppola, e Pocket Synphony (2007), além do mais recente trabalho Love 2 (2009), dos singles &#8220;Sing Sang Sung&#8221; e &#8220;Do The Joy&#8221;.</p>
<p>Mas o principal destaque é Moon Safari (1998), registro que tornou a banda conhecida além das fronteiras da Europa.</p>
<p>A faixa abertura “La Femme D´Argent” tem 7 minutos de um groove que lembra as introduções dos grandes álbuns de soul funk dos anos 70, só que com o toque de downtempo e trip hop que caracteriza o som da dupla. Solos de teclado e efeitos eletrônicos psicodélicos amparam a condução do baixo e da percussão.</p>
<p>Na sequência vem “Sexy Boy”, com seu rock eletrônico, seguida pela balada “All I Need” e seu bom vocal. “Kelly watch the Stars” fecha essa ótima sequência inicial com uma batida reta e vocais robóticos.</p>
<p><strong>14/10</strong><br />
Rio de Janeiro<br />
Circo Voador</p>
<p><strong>15/10</strong><br />
Belo Horizonte<br />
Chevrolet Hall</p>
<p><strong>16/10</strong><br />
São Paulo<br />
Natura Nós About Us Festival</p>
<p>“La Femme D´argent”</p>
<p>“Kelly watch the Stars”</p>
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		<title>Futebol Ben jogado</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 16:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O futebol sempre foi um tema recorrente nas músicas de Jorge Ben Jor. Autor de vários clássicos da MPB, Jorge nunca escondeu sua paixão pelo universo da bola. Flamenguista fanático, exaltou seus ídolos, jogadas celestiais e gols de placa em canções que ilustram com perfeição as afinidades entre o futebol e a música.
O disco África [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol sempre foi um tema recorrente nas músicas de Jorge Ben Jor. Autor de vários clássicos da MPB, Jorge nunca escondeu sua paixão pelo universo da bola. Flamenguista fanático, exaltou seus ídolos, jogadas celestiais e gols de placa em canções que ilustram com perfeição as afinidades entre o futebol e a música.</p>
<p>O disco África Brasil, lançado em 1976, é um dos maiores clássicos da discografia de Jorge. Suas 11 faixas mostram com maestria o encontro entre o samba, o funk e o rock, que se tornou marca registrada desse alquimista de ritmos. E o futebol dá o tom em pelo menos 3 canções desse disco imprescindível.</p>
<p>Já na música de abertura encontramos a versão original de “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”,  uma das mais conhecidas canções que falam de futebol, exaltando as proezas do jogador africano. Aliás, recentemente uma nova versão de “Umbabarauma” foi lançada para uma campanha da Nike Sportswear.</p>
<p><object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YQOOzvwW2Wk&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YQOOzvwW2Wk&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>Ben Jor se juntou a um time de craques composto pelas cantoras Céu, Anelis Assumpção e Thalma de Freitas (backing vocals), Pupillo (Nação Zumbi) e Gustavo da Lua (percussão), Duani (baixo), Gabriel Ben Menezes (filho de Jorge, na guitarra), além do rapper Mano Brown. A produção ficou por conta da dupla Daniel Ganjaman (Instituto) e Zé Gonzalez (N.A.S.A.).</p>
<p>Outra canção de África Brasil em que o futebol aparece é “Meus Filhos, Meus Tesouros”. Nela Jorge canta um de seus sonhos de infância “Eu quero ser jogador de futebol, jogador de futebol.” Já na faixa “Camisa 10 da Gávea” é a vez de Ben Jor exaltar as proezas de Zico, craque do Flamengo e da seleção brasileira, como se estivesse narrando uma partida de futebol, só que amparado por sua guitarra e por uma banda que joga por música.</p>
<p>O Camisa 10 da Gavea</p>
<p>Meus Filhos Meu Tesouro</p>
<p>Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)</p>
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		<title>Stones In Exile</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 00:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma pesquisa que julgava os melhores álbuns de rock ‘n’ roll da história feita pela revista Rolling Stone em 2003, Exile On Main Street, clássico dos Rolling Stones, figurava na sétima posição. Atrás de What’s Going On (de Marvin Gaye), Rubber Soul (dos Beatles), Highway 61 Revisited (de Bob Dylan), Revolver (Beatles), Pet Sounds [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma pesquisa que julgava os melhores álbuns de rock ‘n’ roll da história feita pela revista Rolling Stone em 2003, Exile On Main Street, clássico dos Rolling Stones, figurava na sétima posição. Atrás de What’s Going On (de Marvin Gaye), Rubber Soul (dos Beatles), Highway 61 Revisited (de Bob Dylan), Revolver (Beatles), Pet Sounds (Beach Boys) e Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band (Beatles), que na maioria das listas ocupa o posto mais alto.</p>
<p>A importância dos álbuns citados acima é inegável. Agora se formos considerar não o disco mais importante e sim o disco mais rock ‘n’ roll da história do rock ‘n’ roll a ordem muda completamente e a probabilidade de Exile ocupar a primeira posição seria altíssima. O álbum traz uma mistura de rock com blues, country e R&#038;B e foi gravado na França sob os excessos de três componentes básicos do rock ‘n’ roll: sexo, drogas e bebidas.</p>
<p>No final do mês de julho será lançado um documentário sobre o disco, que é considerado o mais polêmico trabalho dos garotos maus do rock ‘n’ roll. O filme inclui imagens raras que sobraram do documentário Cocksucker Blues, de Robert Frank, que jamais foi as telas por decisão judicial da própria banda devido às cenas comprometedoras contidas no material.</p>
<p><object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UXcqcdYABFw&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UXcqcdYABFw&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>Paralelamente ao longa, uma versão incrementada do disco está sendo lançada em um CD duplo com as gravações originais remasterizadas, takes alternativos e outras músicas inéditas que são sobras das gravações.</p>
<p>Além dessas duas novidades será lançado nos EUA uma caixa que inclui o álbum duplo em CD, documentário em DVD e um livreto de 64 páginas com imagens raras e afins. E para aqueles que gostariam de experimentar novamente o disco na sua forma mais pura a caixa também traz o disco duplo (como foi lançado originalmente em 1972) em vinil.</p>
<p>Sweet Virginia</p>
<p>Shine a Light</p>
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		<title>Um Legado Sem Prazo de Validade</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2010/05/um-legado-sem-prazo-de-validade/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 19:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo começou com uma gravação com os pianistas Albert Ammons e Meade Lux Lewis, em 13de janeiro de 1939, na cidade de Nova York. Neste dia, os imigrantes alemães Alfred Lion e Francis Wolff criaram um dos pilares da história do jazz, a gravadora Blue Note. 
Além de suas gravações históricas, o selo também é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começou com uma gravação com os pianistas Albert Ammons e Meade Lux Lewis, em 13de janeiro de 1939, na cidade de Nova York. Neste dia, os imigrantes alemães Alfred Lion e Francis Wolff criaram um dos pilares da história do jazz, a gravadora Blue Note. </p>
<p>Além de suas gravações históricas, o selo também é lembrado pelo design moderno e inovadores das capas dos álbuns e pela qualidade sonora de seus registros. Os responsáveis por isso são, respectivamente, o designer Reid Miles e o engenheiro de som Rudy Van Gelder.</p>
<p>Durante os 15 anos em que trabalhou com a gravadora, Miles fez cerca de 500 capas e soube como ninguém aliar sua técnica com as fotos de Wolff. Como esquecer capas clássicas como Soul Station, de Hank Mobley, Mode For Joe, de Joe Henderson, Hub-Tones, de Freddie Hubbard e Point Of Departure, de Andrew Hill? Já Van Gelder tornou-se sinônimo de qualidade e foi responsável por gravações definitivas dos principais músicos do selo, como Kenny Burrell, Miles Davis, Thelonious Monk, Art Blakey e Wayne Shorter.</p>
<p><object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rg7iM7E_RSM&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rg7iM7E_RSM&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>O auge da Blue Note aconteceu durante os anos 50 e 60, época em que o jazz deixava o bebop para trás e avançava no caminho do hard bop e avant garde. Entre dezenas de discos e jazzistas que fizeram a história da gravadora, é de vital importância citar os nomes dos saxofonistas Wayne Shorter, Joe Hendeson, Hank Mobley, Lou Donaldson, Dexter Gordon, Eric Dolphy, Stanley Turrentine, Sony Rollins e Jackie McLean, dos pianistas Herbie Hancock, Andrew Hill, Horace Silver, Bud Powell, Sonny Clark e Kenny Drew, dos trompetistas Freddie Hubbard, Donald Byrd, Blue Mitchell e Lee Morgan, do organista Jimmy Smith, do guitarrista Grant Green, do vibrafonista Bobby Hutcherson e do baterista Art Blakey e o seu Jazz Mesengers.</p>
<p>Assim como a maioria das gravadoras de jazz, a Blue Note também sofreu com a chegada do rock, nos anos 60 e com o jazz fusion, na década de 70. Um pouco antes, em 1966, Lion vendeu o selo e os novos donos simplesmente o abandonaram. Por mais de uma década, a gravadora ficou no limbo e só voltaria ao cenário do jazz em 1984, quando foi adquirida pela EMI, com Bruce Lundwall no comando. </p>
<p>Para o relançamento da gravadora, Lundwall não economizou esforços e produziu um show com grandes nomes da Blue Note, em 22 de fevereiro de 1985, no Town Hall, em Nova York. No palco estavam nomes como Herbie Hancock, Joe Hendeson, Kenny Burell, Stanley Jordan, Tony William, Ron Carter, Freddie Hubbard e Cecil Taylor. O histórico encontro foi gravado e lançado anos depois com o nome de One Night With Blue Note.</p>
<p>Desde então, a gravadora não parou mais de lançar discos e novos artistas e voltou a ser referência para uma nova geração de ouvintes de jazz. Para sobreviver a nova realidade, a Blue Note resolveu mesclar seus discos entre músicos mais jazzistas (Stanley Jordan, Bill Charlap, Greg Osby e Joe Lovano) e artistas com um toque de modernidade (Norah Jones, US3, Madlib, Cassandra Wilson, Medeski Martin &#038; Wood, Lionel Loueke e Soulive).</p>
<p>Em 2009, a gravadora fez 70 anos e para comemorar lançou o disco Mosaic: A Celebration of Blue Note Records, além de promover uma turnê por dezenas de cidades dos Estados Unidos. Comandada pelo pianista Bill Charlap, The Blue Note 7 é comosto por Nicholas Payton (baixo), Ravi Coltrane (sax), Steve Wilson (sax), Peter Bernstein (guitarra), Peter Washington (baixo) e Lewis Nash (bateria). No repertório, temas como “Mosaic” (Cedar Walton), “Inner Urge” (Joe Henderson), “Criss Cross” (Thelonious Monk) e “The Outlaw” (Horace Silver). </p>
<p>You Are My Everything &#8211; Freddie Hubbard</p>
<p>Calcutta Cutie &#8211; Horace Silver</p>
<p>Por Emerson Lopes<br />
Editor do Guia de Jazz (<a href="http://www.sobresites.com/jazz">www.sobresites.com/jazz</a>)</p>
<p>Ilustração<br />
Henrique Santiago</p>
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		<title>Medeski, Martin &amp; Wood @ Bourbon Street</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 22:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O trio nova-iorquino de jazz Medeski, Martin &#038; Wood se apresentou na terça-feira (11/05), no Bourbon Street Music Club, em São Paulo. Com casa cheia, John Medeski (piano e teclados), Billy Martin (bateria e percussão) e Chris Wood (baixo elétrico e acústico) transformaram o palco em um laboratório para suas experimentações, grooves finos e solos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O trio nova-iorquino de jazz Medeski, Martin &#038; Wood se apresentou na terça-feira (11/05), no Bourbon Street Music Club, em São Paulo. Com casa cheia, John Medeski (piano e teclados), Billy Martin (bateria e percussão) e Chris Wood (baixo elétrico e acústico) transformaram o palco em um laboratório para suas experimentações, grooves finos e solos de tirar o fôlego.</p>
<p>Ao subirem no palco os três músicos mostraram que não fazem apresentações previsíveis tirando sons nada convencionais de seus instrumentos. Enquanto Billy Martin tirava timbres exóticos de seu kit de percussão, Chris Wood e John Medeski pilotavam o baixo e o teclado da mesma forma, expandindo os limites de seus instrumentos.</p>
<p>O repertório do show foi baseado nos álbuns Radiolarians Vol. I, II e III, uma trilogia de discos lançados entre 2008 e 2009. Assim como nos três volumes da série Radiolarians, a apresentação contou com canções mais experimentais como “Flat Tires” e outras que se apóiam em grooves mais redondos, caso “Free Go Lilly” e de “Riffin´ Ed” – um dos pontos altos do show.</p>
<p>Também houve espaço para o jazz rock que marca algumas faixas do disco Radiolarians III. “Undone” uniu timbres psicodélicos a uma levada roqueira com sotaque jazzístico. Estilos como o reggae, o funk, além de ritmos latinos, também tiveram vez durante as longas improvisações que o trio executou durante a apresentação. Os solos dos três integrantes, que para parte do público presente podem ter soado um tanto cansativos, foram outro ingrediente da noite.   </p>
<p>O som do MMW é único porque consegue transitar por estilos musicais que aparentemente não se relacionam, mas que ao serem interpretados pelo trio ganham uma identidade própria e moderna.</p>
<p>Flat Tires</p>
<p>Riffin Ed</p>
<p>Undone</p>
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		<title>Tommy Guerrero &#8211; Manobras Musicais</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 19:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A trajetória do californiano Tommy Guerrero sempre se dividiu entre o skate e a música. Nos anos 80 destacou-se como um dos maiores nomes do skate norte-americano, ao lado de figuras como Tony Hawk, Steve Caballero e Lance Mountain.
Ganhou projeção durante um campeonato disputado em 1984, no Golden Gate Park, em São Francisco. A competição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A trajetória do californiano Tommy Guerrero sempre se dividiu entre o skate e a música. Nos anos 80 destacou-se como um dos maiores nomes do skate norte-americano, ao lado de figuras como Tony Hawk, Steve Caballero e Lance Mountain.</p>
<p>Ganhou projeção durante um campeonato disputado em 1984, no Golden Gate Park, em São Francisco. A competição reuniu 15 dos maiores skatistas dos EUA, e um adolescente disposto a fazer história. Foi então que, aos 17 anos, Guerrero impressionou a todos e venceu a competição. Daí em diante se profissionalizou e construiu uma sólida carreira no esporte.</p>
<p>Chegou a integrar a lendária equipe “Bones Brigade”, da marca Powell Peralta, impressionando público e crítica com grandes performances nas pistas de street. A foto acima mostra o estiloso skate desenvolvido pela marca Powell Peralta em homenagem a Tommy Guerrero.</p>
<p>Mas a música sempre esteve presente na alma de Guerrero. “Comecei a andar de skate aos 9 anos, e aos 12 já estava tocando. São minhas formas íntimas de expressão, minhas paixões”, comenta.</p>
<p>Hoje, a música é a principal atividade desse californiano, que já lançou 2 álbuns com o projeto experimental Jet Black Crayon e estabeleceu uma carreira solo com 8 discos lançados.</p>
<p>Assim como o skate, a música de Tommy Guerrero é urbana. Traz elementos do hip-hop, soul, funk, jazz, trip-hop, além de muito experimentalismo em termos de timbres. O resultado é um som contemporâneo, que pode ser verificado no disco Return of the Bastard.</p>
<p>Run With the Hunted</p>
<p>Never Forget to Remember</p>
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		<title>Exposição Visionaire</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 23:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Tomie Ohtake recebe uma exposição sobre a Visionaire, uma das mais conceituadas revistas de moda do mundo, até o dia 13 de junho. O evento reúne 50 edições da revista nova iorquina, referência no mundo da moda, das artes e do design.
Um dos destaques da exposição é o exemplar que tem como tema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Tomie Ohtake recebe uma exposição sobre a <a href="http://www.visionaireworld.com">Visionaire</a>, uma das mais conceituadas revistas de moda do mundo, até o dia 13 de junho. O evento reúne 50 edições da revista nova iorquina, referência no mundo da moda, das artes e do design.</p>
<p>Um dos destaques da exposição é o exemplar que tem como tema &#8220;música&#8221;. Idealizada em parceria com a marca de carros britânica MINI (dos clássicos Mini Coopers), a edição intitulada <a href="http://www.visionaireworld.com/issues.php?id=53">Visionaire 53 Sound</a> proporciona aos leitores (ou melhor, ouvintes) uma experiência diferenciada desde a sua apresentação até a forma de experimentá-la.</p>
<p>A &#8220;revista&#8221; vem em uma caixa arredondada com alguns discos de vinil no formato de 12 polegadas. Cada um com uma arte impressa em ambos os lados, feitas por artistas renomados como Cindy Sherman, Nick Knight e Mario Sorrenti. Outro atrativo é um carrinho-réplica do Mini Cooper – apelidado de Vinyl Killer – munido de um alto-falante no teto e uma agulha de toca-discos na parte de baixo. Conforme você o coloca para rodar sobre o vinil a agulha se encaixa entre os sulcos do disco e os alto-falantes do teto reproduzem o som.</p>
<p>Quanto às músicas, colaboram alguns artistas do calibre de David Byrne, Bono Vox, Thurston Moore e Kim Gordon (Sonic Youth), Adam Horowitz (Beastie Boys), Yoko Ono, Danger Mouse, Chan Marshall (Cat Power), entre outros. Todos eles produziram materiais inéditos para o trabalho.</p>
<p>Todo o material do vinil está compilado em dois CDs que também fazem parte do conjunto, além da revista, que serve como um booklet de créditos e instruções.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Capas Incendiárias do Funk</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2010/04/capas-incendiarias-do-funk/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como a aula de funk contida em cada um dos discos acima, suas capas dão um show à parte. Cada uma delas traz ilustrações que, subjetivamente ou não, retratam os temas abordados nestas pérolas do groove feitas por ícones do estilo como James Brown e os J.B.´s.
Fred Wesley and the JB&#8217;s
Damn Right I Am [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como a aula de funk contida em cada um dos discos acima, suas capas dão um show à parte. Cada uma delas traz ilustrações que, subjetivamente ou não, retratam os temas abordados nestas pérolas do groove feitas por ícones do estilo como James Brown e os J.B.´s.</p>
<p>Fred Wesley and the JB&#8217;s<br />
Damn Right I Am Somebody<br />
Como já diz o titulo, Damn Right I Am Somebody é um álbum bastante politizado. Suas letras tratam de questões raciais, defendendo os direitos dos negros na sociedade. Também são bastante questionadoras, como é o caso de “I’m Paying Taxes, What I’m Buying?”. Produzido por James Brown, este álbum mostra os J.B.’s no auge de seus poderes. Grooves da mais alta qualidade, solos épicos que remetem ao jazz de vanguarda, mudanças de tempo não convencionais. Está tudo aí, e colocado de forma brilhante pelos reis da funk music. Isto é funk em seu estado mais puro. </p>
<p>James Brown<br />
Hell<br />
Lançado um ano depois de The Payback, Hell também figura entre os grandes registros de James Brown. Embora a bela ilustração colorida da capa retrate situações cotidianas de violência nos guetos norte-americanos, nem todas as faixas abordam temas sociais. Apenas a canção título trata a questão de forma direta e veemente. O disco traz clássicos do funk dos anos 70, como “Sayin´ and Doin´ It”, o groove com sabor latino de “Please, Please, Please”, além de outros tesouros como o jazz-funk “Papa Don´t Take No Mess”, com mais de 13 minutos de duração. </p>
<p>JB&#8217;s<br />
Hustle With Speed<br />
O antológico Hustle With Speed tem uma das capas mais memoráveis da funk music. Criada a partir do nome do álbum e em cima de algumas de suas canções ( “It´s the J.B.’s Monaurail “e &#8220;Transmograpfication”), ela retrata um monorail futurista que leva o nome do disco e transita em meio a uma paisagem espacial. </p>
<p>Damn Right I Am Somebody</p>
<p>Dirty Harry</p>
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		<title>Nouvelle Vague no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 02:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Shows]]></category>

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		<description><![CDATA[O coletivo francês Nouvelle Vague conseguiu se destacar na cena musical de Paris por suas versões de clássicos do punk e da new wave dos anos 80, sempre puxadas para a bossa nova em termos rítmicos e harmônicos. O tom acústico do violão das canções somado aos vocais femininos em francês transformou faixas como Heart [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O coletivo francês Nouvelle Vague conseguiu se destacar na cena musical de Paris por suas versões de clássicos do punk e da new wave dos anos 80, sempre puxadas para a bossa nova em termos rítmicos e harmônicos. O tom acústico do violão das canções somado aos vocais femininos em francês transformou faixas como Heart of Glass (Blondie), Too Drunk to Fuck (Dead Kennedys) e Love Will Tear Us Apart (Joy Division) em algo bem mais pacífico do que as versões originais.</p>
<p>Já no primeiro álbum (Nouvelle Vague &#8211; 2004) eles mostraram suas influências do rock inglês com Joy Division, The Clash e The Cure, sem se esquecer do tom acústico da bossa brasileira dos anos 60 e da canção francesa. O fato é que a mistura agradou e desde 2003 o grupo excursiona pelo mundo.</p>
<p>O público de São Paulo poderá conferir essa mistura no Clash Club no próximo dia 29/04. O Circo Voador, no Rio de Janeiro, será palco da apresentação no dia 30/04. A mini tour brasileira segue para o Mercado Eufrásio Barbosa, em Recife (PE), no dia 1º de maio, e termina em Belo Horizonte, no Palácio das Artes (05/05).  </p>
<p>Liderados pelos produtores Marc Collin e Olivier Libaux a banda vem ao país com com a belga Helena Nogueira e a brasileira Karina Zeviani nos vocais. Além de Marc Collin (teclado), Thibaut Barbillon (guitarrista), Spencer Cohen (bateria) e Valente Bertelli (baixo).</p>
<p>O grupo que recentemente lançou o álbum NV3, composto por covers como &#8220;Road to Nowhere&#8221;, do Talking Heads, e &#8220;God Save the Queen&#8221;, do Sex Pistols, deve apresentar canções de seus 3 álbuns.</p>
<p>São Paulo &#8211; SP<br />
Onde: Clash Club<br />
Quando:29/04</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
Onde: Circo Voador<br />
Quando:30/04</p>
<p>Recife &#8211; PE<br />
Onde: Mercado Eufrásio Barbosa<br />
Quando: 01/05</p>
<p>Belo Horizonte &#8211; MG<br />
Onde: Palácio das Artes<br />
Quando: 05/05</p>
<p>Guns of Brixton</p>
<p>I Melt With You</p>
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		<title>Alexander McQueen</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 01:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Música Clássica]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascido em Londres em 1969, Alexander McQueen foi um dos mais criativos e inovadores estilistas que o mundo da moda já mostrou.
Sua carreira começou aos 16 anos de idade quando largou os estudos para trabalhar como aprendiz nos tradicionais taillors da Savile Row em Londres. Trabalhou primeiramente no renomado Anderson and Shepard logo em seguida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido em Londres em 1969, Alexander McQueen foi um dos mais criativos e inovadores estilistas que o mundo da moda já mostrou.</p>
<p>Sua carreira começou aos 16 anos de idade quando largou os estudos para trabalhar como aprendiz nos tradicionais taillors da Savile Row em Londres. Trabalhou primeiramente no renomado Anderson and Shepard logo em seguida no Gieves and Hawkes, ambos mestres na construção de vestuário formal.</p>
<p>A partir daí desenvolveu sua carreira direcionada para a área de fashion design e em menos de 10 anos se tornou um dos mais respeitados estilistas do mundo. Antes de sua morte precoce há alguns meses, McQueen atuava como diretor criativo do grupo Gucci.</p>
<p>Seus desfiles são conhecidos por sua força emocional e energia. E isso costumava ser alcançado a partir de uma mistura de temas extremos, por exemplo: fragilidade e força, tradição e modernidade entre outros contrastes. E sempre fazia isso com extremo respeito e influência das mais diversas e inusitadas manifestações artísticas.</p>
<p>Como é o caso deste desfile de 2007 intitulado Sarabande, que teve como inspiração a composição homônima de George Frederick Handel – compositor clássico alemão de 1685.</p>
<p>Parte I<br />
<object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/J2ByWWw35cc&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/J2ByWWw35cc&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>Parte II<br />
<object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3vWfLZEkjqY&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3vWfLZEkjqY&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
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