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	<title>Revista Toro &#187; Funk</title>
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		<title>Sharon Jones &amp; the Dap Kings Poster</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 18:37:17 +0000</pubDate>
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		<title>Happier than the Morning Sun Poster</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 20:09:37 +0000</pubDate>
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		<title>Play That Funky Music White Boy</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 02:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<title>R.I.P. Gil Scott-Heron</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 02:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fica aqui nossa homenagem ao progenitor do hip-hop, Gil Scott-Heron. Um verdadeira legião dos mais promissores e inteligentes rappers foi influenciada pela sua poesia agressiva e politizada. Sua adolescência vivida no Bronx rendeu-lhe uma grande experiência que mais tarde se transformaria em matéria-prima para suas letras. A coletânea The Revolution Will Be Not Televised mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fica aqui nossa homenagem ao progenitor do hip-hop, Gil Scott-Heron.<br />
Um verdadeira legião dos mais promissores e inteligentes rappers foi influenciada pela sua poesia agressiva e politizada.<br />
Sua adolescência vivida no Bronx rendeu-lhe uma grande experiência que mais tarde se transformaria em matéria-prima para suas letras.<br />
A coletânea The Revolution Will Be Not Televised mostra alguns de seus clássicos mais poderosos, ouça abaixo três deles:</p>
<p>The Revolution Will Not Be Televised</p>
<p>The Get Out Of The Ghetto Blues</p>
<p>Lady Day And John Coltrane</p>
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		<title>Sly and the Family Stone – Discografia Básica Comentada</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 20:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Whole New Thing O título do album de estréia da banda já sugeria o que estava por vir. Um disco audacioso que preparava o terreno para a trasformação musical que Sly e sua turma apresentariam nos seus próximos trabalhos. Underdog If This Room Could Talk Dance to the Music O tipo de música apresentada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Whole New Thing</strong><br />
O título do album de estréia da banda já sugeria o que estava por vir. Um disco audacioso que preparava o terreno para a trasformação musical que Sly e sua turma apresentariam nos seus próximos trabalhos.</p>
<p>Underdog</p>
<p>If This Room Could Talk</p>
<p><strong>Dance to the Music</strong><br />
O tipo de música apresentada aqui serve de fórmula para os próximos 40 anos de black music que estava por vir. Como prova da frase anterior vou citar duas bandas por década desde 1968 (data de lançamento do álbum) que foram claramente influenciadas pelo Sly and the Family Stone. Anos 70: Earth Wind and Fire e Parliament Funkadelic, anos 80: Prince e Steely Dan, anos 90: De La Soul e A Tribe Called Quest e nos dias de hoje Outcast, The Roots e por aí vai.</p>
<p>I Ain t Got Nobody</p>
<p>Color Me True</p>
<p><strong>Life</strong><br />
O terceiro álbum da banda é daqueles que não agradam tanto de primeira mas quando escutado cuidadosamente e finalmente “digerido” acaba por surpreender os ouvidos mais atentos.</p>
<p>Fun</p>
<p><strong>Stand!</strong><br />
Para que uma banda atinja esse grau de reconhecimento é preciso que haja pelo menos um disco genial em sua discografia. E Stand! cumpre esse papel com tamanha magnificência que não é somente um disco de R&#038;B fora da média, mas uma verdadeira definição de uma mistura de diferentes gêneros musicais (rock, soul, funk, jazz, etc) que resulta em uma sonoridade que poderia ser classificada com o nome da banda.</p>
<p>Sing a Simple Song</p>
<p>Everyday People</p>
<p><strong>There’s a Riot Going On</strong><br />
Quando artistas estão passando por uma fase de uso pesado de drogas eles tendem a fazer todo tipo de barbaridade, seja durante as apresentações ao vivo ou lançando no mercado trabalhos bem abaixo da média dos anteriores.<br />
Sly foge a regra. Durante as gravações deste disco o líder do grupo passava por uma fase de intenso consumo de cocaina e usou o caos que se encontrava para criar uma obra prima baseada no lado obscuro da vida por meio de grooves fantásticos e muito potentes que mais tarde serviriam como referência para artistas como Marvin Gaye, George Clinton, Stevie Wonder e quem mais veio depois.</p>
<p>Just Like a Baby</p>
<p>Family Affair</p>
<p><strong>Fresh</strong><br />
Qual é a diferença entre o funk e o soul?<br />
O que de antemão pode parecer uma pergunta fácil, se torna extremamente complicada ao ouvirmos esse disco. Pois Fresh faz uma mescla desses dois ritmos de tal forma que não conseguimos identificar se é um ou outro.<br />
Para fazermos uma comparação rápida e superficial entre os dois tipos de música podemos usar as seguintes definições.<br />
O funk carrega aquela atmosfera malvada, tem um ritmo pesado, batidas e linhas de baixo bem marcadas, é sensual e tem seu lado obscuro.<br />
Por outro lado o soul é um presente dos anjos, um alimento para a alma, apresenta uma sutileza agradabilíssima.<br />
Creio que o funk está mais para sexo no sábado a noite enquanto o soul é para se fazer amor no domingo de manhã.<br />
Ouça o disco e tire as suas próprias conclusões.</p>
<p>If You Want Me to Stay</p>
<p>Que Sera Sera</p>
<p><strong>Small Talk</strong><br />
Depois de todos os excessos vividos durante a sua incrivelmente fertil carreira, Sly finalmente acalmava do nascimento de seu filho.<br />
A prova disso é Small Talk. Um disco tranquilo e agradável preenchido por essa espécie de funk/soul a la Sly e sua gangue com uma levada altamente contagiante.</p>
<p>Time For Livin</p>
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		<title>Capas Incendiárias do Funk</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como a aula de funk contida em cada um dos discos acima, suas capas dão um show à parte. Cada uma delas traz ilustrações que, subjetivamente ou não, retratam os temas abordados nestas pérolas do groove feitas por ícones do estilo como James Brown e os J.B.´s. Fred Wesley and the JB&#8217;s Damn Right [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como a aula de funk contida em cada um dos discos acima, suas capas dão um show à parte. Cada uma delas traz ilustrações que, subjetivamente ou não, retratam os temas abordados nestas pérolas do groove feitas por ícones do estilo como James Brown e os J.B.´s.</p>
<p>Fred Wesley and the JB&#8217;s<br />
Damn Right I Am Somebody<br />
Como já diz o titulo, Damn Right I Am Somebody é um álbum bastante politizado. Suas letras tratam de questões raciais, defendendo os direitos dos negros na sociedade. Também são bastante questionadoras, como é o caso de “I’m Paying Taxes, What I’m Buying?”. Produzido por James Brown, este álbum mostra os J.B.’s no auge de seus poderes. Grooves da mais alta qualidade, solos épicos que remetem ao jazz de vanguarda, mudanças de tempo não convencionais. Está tudo aí, e colocado de forma brilhante pelos reis da funk music. Isto é funk em seu estado mais puro. </p>
<p>James Brown<br />
Hell<br />
Lançado um ano depois de The Payback, Hell também figura entre os grandes registros de James Brown. Embora a bela ilustração colorida da capa retrate situações cotidianas de violência nos guetos norte-americanos, nem todas as faixas abordam temas sociais. Apenas a canção título trata a questão de forma direta e veemente. O disco traz clássicos do funk dos anos 70, como “Sayin´ and Doin´ It”, o groove com sabor latino de “Please, Please, Please”, além de outros tesouros como o jazz-funk “Papa Don´t Take No Mess”, com mais de 13 minutos de duração. </p>
<p>JB&#8217;s<br />
Hustle With Speed<br />
O antológico Hustle With Speed tem uma das capas mais memoráveis da funk music. Criada a partir do nome do álbum e em cima de algumas de suas canções ( “It´s the J.B.’s Monaurail “e &#8220;Transmograpfication”), ela retrata um monorail futurista que leva o nome do disco e transita em meio a uma paisagem espacial. </p>
<p>Damn Right I Am Somebody</p>
<p>Dirty Harry</p>
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