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	<title>Revista Toro &#187; Eletrônico</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Aphex Twin</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 19:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de ter sido lançado há quase duas décadas, o álbum Selected Ambient Works 85-92 ainda soa contemporâneo. Os sintetizadores e efeitos psicodélicos e os grooves sintéticos que se espalham ao longo desse registro são alguns dos elementos responsáveis por tornar o disco um marco na música eletrônica dos anos 90.

O responsável por essa mistura é Richard D. James, produtos nascido na Irlanda, mas criado a Inglaterra, considerado um dos mais relevantes representantes da cena eletrônica em atividade.

Sob o pseudônimo Aphex Twin, James assume duas facetas sonoras distintas. Uma aposta em composições mais pesadas e experimentais, com BPMs acelerados, inspiradas pelo hard techno. A outra, cujo principal registro é justamente Selected Ambient Works 85-92, aposta em beats mais lentos e em grooves dinâmicos. Uma atmosfera que passa pelo ambien e minimal techno e anuncia a tendência da idm (intelligent dance music).

As 13 faixas do disco foram lançadas entre 1985 e 1992. E todas elas têm algo em comum: soam hipnóticas, em boa parte graças aos efeitos de subgraves e aos timbres minimalistas que são a marca registrada das produções de James. Músicas como “Xtal”, “Actium” e “We Are The Music Makers” respondem por que Selected Ambient Works 85-92 é um clássico da música eletrônica.

Por Luiz Guilherme Moffa
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>We Are The Music Makers</p>
<p>Xtal</p>
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		<title>Memory Tapes</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 16:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[No cenário indie atual a fusão do rock com a música eletrônica já se consolidou como uma tendência. A associação de guitarras e sintetizadores criando uma sonoridade híbrida eletro acústica tem marcado o som de grupos que são a bola da vez na Europa e EUA.

Mas ao seguir essa tendência, muitas bandas passaram a se repetir musicalmente, produzindo sons sem muita identidade. Porém, ainda há gente trilhando caminhos originais nesse segmento. O produtor de Nova Jersey Dayve Hawk, nome por traz do projeto Memory Tapes, não se restringiu em repetir a fórmula das guitarras com beats eletrônicos e foi além.  

O álbum Seek Magic, lançado no final de 2009, traz uma interessante mistura de estilos como indie rock, folk, música oriental, dream pop. Tudo isso permeado por efeitos eletrônicos bem escolhidos. 

O single “Bicycle” resume bem o som do Memory Tapes. Mescla beats dançantes com melodias orientais impregnadas por um vocal psicodélico. Esses elementos criam uma espécie de mantra, que termina em um solo de guitarra entrelaçado por uma levada de baixo que finaliza a canção.

O disco também traz faixas mais contemplativas como “Run Out” e “Green Knight”, com influências de lounge e ambient (lembra o som de grupos como Boards of Canada). “Plain Material” traz uma sonoridade mais pop, mas igualmente criativa em termos de efeitos e produção.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bicycle</p>
<p>Run Out</p>
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		<title>Kraftwerk &#8211; Trans-Europe Express</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 01:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerados os pais da música eletrônica moderna, o Kraftwerk foi idealizado por Ralf Hütter e Florian Schneider no início da década de 70, em Dusseldorf, na Alemanha. Foi um dos primeiros grupos a apostar na mistura eletroacústica elevando o sintetizador a um novo nível.

Já em suas primeiras apresentações chamaram a atenção do público e da crítica ao fundir percussões eletrônicas e sons mecânicos inspirados na tecnologia dos robôs. Isso atrelado a uma performance de palco inovadora, marcada por movimentos inspirados na cibernética, fez com que ficassem conhecidos ao redor do mundo.

O disco Trans-Europe Express, lançado em 1977, é um clássico da música eletrônica. Apesar de ser um dos registros mais acessíveis do grupo, apresenta um forte caráter de vanguarda. Mistura ritmos mecânicos, melodias futuristas e vocais distorcidos, de maneira minimalista mas com um apelo dançante.

Destaque para a faixa de abertura, “Europe Endless”, e para “Trans-Europe Express”, que soa como um trem de alta velocidade cruzando as paisagens européias. Foi nesta música que Afrika Bambaataa se inspirou para compor seu hit “Planet Rock”, uma das pedras fundamentais do hip hop.

Um álbum indispensável para se compreender a trajetória evolutiva da música eletrônica.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Showroom Dummies</p>
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