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	<title>Revista Toro &#187; Review</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Jeff Beck &#8211; Wired</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[As virtudes musicais de Jeff Beck em seu instrumento se equiparam com os maiores guitarristas que já pisaram nesse planeta. Tão inventivo quanto Jimmy Page, tão melódico quanto Eric Clapton e até mesmo tão visionário quanto Jimi Hendrix, Jeff Beck é capaz de transformar um hard rock em jazz fusion em um piscar de olhos. A prova disso é o álbum Wired, uma excelente fusão entre esses dois gêneros musicais.

Começa de maneira explosiva com a poderosa bateria de Narada Michael Walden que prepara o terreno para um solo de guitarra intenso e arrebatador comandado por Beck. Logo em seguida vem “Come Dancing”, uma swingada levada de baixo e bateria, e intervenções de guitarra que trazem uma atmosfera jazzística ao som.

A terceira faixa dá espaço a uma composição de Charles Mingus interpretada pelo guitarrista, uma lenta canção com acompanhamentos comportados de baixo e guitarra. É um dos pontos altos do disco.

Destaque também para “Head for Backstage” com sua levada quebrada de bateria e improvisos de guitarra e um baixo que faz lembrar o jazzista Jaco Pastorious.

Wired foi lançado após Blow by Blow (na opinião de muitos, superior à Wired) e fica como um dos grandes clássicos da história do rock instrumental.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Come Dancing</p>
<p>Goodbye Pork Pie Hat</p>
<p>Head For Backstage Pass</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Menahan Street Band</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo novaiorquino reunido pelo músico e produtor thomas Brenneck
(Sharon Jones &#038; the Dap-Kings, Budos Band, Amy Winehouse, Bebel Gilberto).
gravado no quarto do seu apartamento na rua Menahan St. no Brooklyn,
a banda cria com a mistura de funk, soul, afrobeat e referências, segundo
eles mesmos, de Curtis Mayfield e Mulatu Astatke.

Sem esquecer as raízes da soul music, Brenneck e Cia. experimentam texturas
e sons como o uso de instrumentos dobrados, vibrafone e o truque de tocar
cordas da guitarra antes da ponte. Outro elemento presente é o fato de algumas
músicas terem sido gravadas analogicamente sem compressores em uma
otari de oito bandas. Músicas como “Montego Sunstet“ dá pra perceber
o ruído típico de uma gravação analógica.

Apesar do primeiro single “Make the road by walking” ter sido lançado apenas
em vinil em 2006, não foi barreira para que em 2007 fosse sempleado no hit
“Roc Boys (and the winner is)” nas mãos de Jay-Z (música eleita pela Rolling
Stone single número 1 de 2007). O som da banda tem se mostrado prato cheio para
os rappers americanos, a faixa “The Traitor” uma das melhores do disco, foi
picotada e colada por rappers como: Kid Cudi’s em “Mr. Solo Dolo”, Billy Blue
em “Fresh From head 2 toe” e 50 Cent - “Talking in Codes”.

Enfim, soul instrumental envolvente e sutíl, com tudo o que tem direito:
texturas psicodélicas, experimentalismo e surpreendente naipe de metais.

Por Filipe Calado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tired of Fighting</p>
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		<title>Man with the Movie Camera</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2009/12/cinematic-orcherstra-man-with-the-movie-camera/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 01:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Compor a trilha sonora de filme mudo, preto e branco, feito por um cineasta polonês em 1929. Essa foi a missão da Cinematic Orchestra, coletivo britânico capitaneado pelo produtor e multiinstruemntista Jason Swinscoe.

O resultado é Man With a Movie Câmera, disco repleto de texturas, dinâmicas criativas e um roteiro muito bem interpretado por seus protagonistas: músicos que travam diálogos via instrumentos musicais.

Além da versão em CD, há também um DVD que traz o documentário original Man With a Movie Camera (entre outros materiais extras), feito por Dziga Vertov em 1929, que retrata a vida urbana dos empregados das estatais soviéticas. É uma espécie de propaganda comunista repleta de técnicas de filmagem e edição inovadoras para a época em que foi lançada.

O filme é dividido em seis partes correspondentes aos seis temas principais da trilha sonora, que se encaixam perfeitamente às cenas. Musicalmente, o álbum traz elementos do jazz, funk e da música clássica, com direito a seção de cordas, naipe de metais, e até uma pick-up.

Música cinematográfica para ouvidos que enxergam bem.

Por Luiz Guilherme Moffa ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>THE AWAKENING OF A WOMAN</p>
]]></content:encoded>
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		<title>My Viny Weights a Ton</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 15:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos anos 90, ainda adolescente, Chris Manak (a.k.a. Peanut Butter Wolf) costumava vender para seus colegas de high school em San Jose, Califórnia, mix tapes com suas primeiras experimentações nos toca-discos. Foi assim que começou a carreira de um dos principais DJs/produtores do hip hop underground norte-americano.

Em My Vinyl Weighs a Ton, ele mostra por que é considerado um dos destaques da arte de garimpar beats e samples, ao lado de nomes como DJ Shadow, Kid Koala e Cut Chemist. E esse minucioso trabalho de pesquisa musical de PBW é complementado por mixagens e scratches criativos e precisos.

O álbum conta com a participação de MCs talentosos, como Lootpack (na ótima faixa "Styles Crew Flows Beats”) e Planet Asia, além de trazer samples de gigantes do rare groove, entre eles Reuben Wilson e Fred Wesley.

O resultado é um álbum dinâmico capaz de agradar aos apreciadores do rap e dos grooves funky.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>IN YOUR AREA</p>
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		<title>Pearl Jam &#8211; No Code</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grunge]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem apostar em hits, o álbum No Code é o mais denso da carreira do Pearl Jam. Foi um divisor de águas na sonoridade dessa banda que ajudou a definir o grunge nos anos 90, ao lado de grupos como Nirvana e Mudhoney.

Em seus três primeiros discos, Ten (1991), Vs. (93) e Vitalogy (94), Eddie Vedder e cia. transitaram por um hard rock energético, marcado por bons riffs de guitarra e letras bem amarradas. Também realizaram algumas baladas de qualidade (como o hit “Black”), mas a força motriz da banda sempre foi a energia roqueira de seus integrantes.

No Code rompe com esse modelo ao abrir as portas para outros estilos musicais, como o folk, blues, country, e até gêneros do Oriente. Essas novas influências aparecem amarradas por um forte tom espiritual e lírico, que se reflete em boa parte das canções do disco.

Faixas como “Sometimes”, “Who You Are” e “Off He Goes” dispensam guitarras distorcidas e levadas de bateria pesadas, mergulhando em tons acústicos, com violões e percussão. Porém, o álbum também traz alguns traços do Pearl Jam “convencional”, como nas roqueiras “Hail Hail” e “Red Mosquito”.

Um registro maduro de uma banda que sempre soube se reciclar, sem ficar presa a bem sucedida fórmula de seus primeiros discos.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sometimes</p>
<p>Off he Goes</p>
<p>Red Mosquito</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Beck &#8211; Modern Guilt</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[A parceria entre Beck e o produtor Danger Mouse rendeu bons frutos ao recém-lançado álbum Modern Guilt, que mostra uma vasta gama de gêneros musicais dentro de seu pop rock característico.

Esse com certeza é o mais agressivo trabalho de Beck em anos. Se o compararmos com Sea Change (2002), Guero (2005) e The Information (2006), veremos que, enquanto estes possuem texturas mais sintéticas que orgânicas, Modern Guilt mistura guitarras distorcidas ao estilo Sonic Youth, loops de batidas eletrônicas e uma pitada de new wave em algumas das faixas.

As quatro primeiras faixas mostram o resultado da parceria entre produtor e músico, capazes de combinar suas habilidades respeitando seus respectivos espaços: “Orphans”, a partir de uma levada de bateria, faz uma combinação interessante entre violão, piano e efeitos não convencionais; a poderosa “Gamma Ray” é marcada por uma forte linha de baixo, acompanhada por levadas de guitarra a la Dick Dale; a contemplativa “Chemtrails” possui uma das letras mais marcantes do álbum; e finalmente a faixa título, que continua com a mesma qualidade das anteriores e conta com comportados riffs de guitarra de muito bom gosto.

A partir daí o disco se desenvolve em várias direções e diferentes estilos, como é o caso de “Walls”, composta por Beck em parceria com Danger Mouse, e “Replica”, com suas batidas eletrônicas ao estilo drum-‘n’-bass.

Modern Guilt mistura diversos estilos, tipos de letras, tendências e psicodelia na medida certa. Isso tudo o coloca entre os melhores discos de 2008.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gamma Ray</p>
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		<title>Medeski, Martin and Wood</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que Jonh Medeski (piano e teclados) e seus parceiros Chris Wood (baixo) e Billy Martin (bateria) são figuras de destaque do jazz de vanguarda norte-americano.

Shack Man, quarto disco do trio MMW, caminha por texturas mais elétricas do que os primeiros trabalhos do grupo. Aposta numa fórmula infalível e a explora muito bem: groove à três, com baixo, bateria e John Medeski arrepiando seus hammonds e sintetizadores malucos.

As faixas estão repletas de climas que nos levam ora para a ironia através de notas musicais, ora para uma viagem patrocinada pelo groove afro-cubano.

Destaques para "bubblehouse", “Henduck”, “Jelly Belly”, “Dracula”..., ouça-o do começo ao fim.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bubblehouse</p>
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		<title>Thelonious Monk &#8211; Monk.</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O quarteto composto por Thelonious Monk (piano), Charlie Rouse (sax), Larry Galé (baixo) e Ben Riley (bateria) foi uma das melhores formações em que Monk tocou.

Esse time sabia exatamente como dar suporte e agregar a cada inesperado movimento do pianista. A concepção de tempo do grupo também se encaixava perfeitamente à sonoridade do saxofonista Rouse, que entendia como poucos as composições de Monk e, mais do que isso, compreendia a importância da melodia no momento do solo.

Os músicos do quarteto estão impecáveis nesse registro. Miles Davis certa vez disse que Monk foi o músico mais difícil de acompanhar com quem ele já tocou, referindo-se a enorme genialidade e facilidade para improvisação do lendário pianista.

Produzido por Ornin Keepnews, o registro traz composições jazzísticas atemporais, mostrando Monk no auge de seu estado criativo.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liza</p>
<p>I Love You</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blonde Redhead &#8211; 23</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um som marcado por guitarras dissonantes, ruídos experimentais e melodias bem costuradas por timbres eletrônicos e acústicos, o Blonde Redhead foi criado no início dos anos 90, em NY, a partir do encontro inusitado entre os irmãos gêmeos Simone e Amedeo Pace, italianos de origem, com a vocalista japonesa Kazu Makino.

O álbum mais recente do grupo, 23, lançado em 2007, é o mais sólido da carreira dessa banda que não tem medo de misturar sonoridades próprias do pop com tonalidades nada convencionais. Já na faixa de abertura nos deparamos com o encontro que domina o registro: a levada quase sintética de Simone é complementada pela guitarra e pelos efeitos de Amedeo, enquanto Kazu dá vida as canções com seu vocal agudo e sussurrante.

Na segunda faixa, “Dr. Stangeluv”, encontramos o dream pop característico do grupo, marcado por uma simples porém bela levada de guitarra. Kazu é a responsável por uma dose de melancolia, graças a seus vocais delicados. O mesmo ocorre em “The Dress”, que lembra as sonoridades soturnas de alguns grupos dos anos 80.

O registro tem momentos mais roqueiros como em “Spring and by Summer Fall”, que conta com os vocais de Amedeo impregnados de efeitos. As canções finais do disco caminham por timbres mais eletrônicos, complementados pela voz mutante de Kazu.

Apesar dos acentos pop, 23 não é um disco de fácil audição. Por isso mesmo desafia o ouvinte a interpretar seus detalhes mais íntimos para decifrar o conjunto dessa interessante obra.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Strangeluv</p>
<p>Spring and by Summer</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Curtis Mayfield &#8211; Superfly</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Soundtrack]]></category>

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		<description><![CDATA[Se o filme Superfly, lançado em 1972, é um clássico do gênero que ficou conhecido como blaxpoitation, sua trilha sonora foi além e se tornou um clássico da música negra. 

Concebida por Curtis Mayfield, referência do soul-funk setentista, a trilha reúne faixas que ilustram muito bem o tema abordado pelo filme: o submundo marginal urbano dos EUA no início dos anos 70.

Sem moralismos ou apologia, as letras descrevem os personagens e as situações presentes no registro cinematográfico, em que as drogas, sexo e violência dão o tom. São acompanhadas por grooves de primeira, que se tornaram hinos da black music.

O álbum traz pérolas como “Freddie´s Dead”, que resume bem os temas abordados no filme, “Superfly” e “Pusherman”. Esta última traça um inteligente paralelo entre os traficantes de drogas e os homens de negócios, enquanto baixo, bateria e a guitarra “wah wah” seguram a base com classe. 

Mais de trinta anos depois de seu lançamento, a trilha de Superfly permanece atual e relevante. É, ao mesmo tempo, um documento social e musical de uma época de grandes transformações políticas e sociais. 

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pusherman</p>
<p>Freddies Dead</p>
]]></content:encoded>
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