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	<title>Revista Toro &#187; Grunge</title>
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		<title>Pearl Jam &#8211; No Code</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grunge]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem apostar em hits, o álbum No Code é o mais denso da carreira do Pearl Jam. Foi um divisor de águas na sonoridade dessa banda que ajudou a definir o grunge nos anos 90, ao lado de grupos como Nirvana e Mudhoney.

Em seus três primeiros discos, Ten (1991), Vs. (93) e Vitalogy (94), Eddie Vedder e cia. transitaram por um hard rock energético, marcado por bons riffs de guitarra e letras bem amarradas. Também realizaram algumas baladas de qualidade (como o hit “Black”), mas a força motriz da banda sempre foi a energia roqueira de seus integrantes.

No Code rompe com esse modelo ao abrir as portas para outros estilos musicais, como o folk, blues, country, e até gêneros do Oriente. Essas novas influências aparecem amarradas por um forte tom espiritual e lírico, que se reflete em boa parte das canções do disco.

Faixas como “Sometimes”, “Who You Are” e “Off He Goes” dispensam guitarras distorcidas e levadas de bateria pesadas, mergulhando em tons acústicos, com violões e percussão. Porém, o álbum também traz alguns traços do Pearl Jam “convencional”, como nas roqueiras “Hail Hail” e “Red Mosquito”.

Um registro maduro de uma banda que sempre soube se reciclar, sem ficar presa a bem sucedida fórmula de seus primeiros discos.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sometimes</p>
<p>Off he Goes</p>
<p>Red Mosquito</p>
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