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	<title>Revista Toro &#187; Hip Hop</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Blue Note &#8211; Droppin Science</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[A gravadora Blue Note mostra na coletânea Droppin’ Science como alguns dos principais artistas de seu catálogo serviram como inspiração para grandes clássicos do hip-hop.

Dentre os que beberam dessa fonte estão ícones como os Beastie Boys, A Tribe Called Quest, Gang Star e mais uma dezena de grupos de rap. Para os que acham que rap não é música, aí estão alguns artistas do gênero que buscam grandes referências musicais por meio de uma garimpagem de muito bom gosto.

Além de representantes da cena underground, o álbum também cita artistas do gangsta rap, como Dr. Dre, que buscou uma luz em David Axelrod para desenvolver o famoso hit “The Next Episode”.

Desde seu surgimento, a Blue Note sempre deu espaço para artistas ainda não muito conhecidos da cena jazzística mostrarem seu talento, revelando uma série de grandes músicos para o mundo. E esse registro, como já diz o nome, mostra que o laboratório do selo ainda serve - e servirá - como inspiração para muitas outras gerações de artistas do hip-hop.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mystic Brew</p>
<p>The Edge</p>
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		<title>Beastie Boys &#8211; Licensed to Ill</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 20:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcado por uma mistura entre rock e rap - que já se manifesta na primeira faixa, "Rhymin &#038; Stealin", o álbum de estréia dos Beastie Boys é recheado de ironia. 

A influência de ícones do rock como o Led Zeppelin é marcante, seja pelos samples de riffs famosos de Jimmy Page, ou pela batida inconfundível de John Bonhan. Enquanto isso, Mike D, Adam Yauch e Ad-Rock disparam rimas simples e bem humoradas em cima de bases marcadas por guitarras distorcidas. 

Tanto musicalmente quando através das letras, as faixas denunciam o potencial criativo que marca o trabalho grupo até hoje. Apesar de não ter sido bem recebido pelos críticos, Licensed to Ill foi o disco de estréia mais vendido da história da Columbia Records (750 mil cópias em 6 semanas). Graças a faixas como "Fight For Youe Right (to Party)" e "No Sleep Till Brooklyn" o registro foi um dos mais álbuns de rap mais vendidos durante os anos 80, e colocou o grupo no mapa de hip hop mundial.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>She Is Crafty</p>
<p>Girls</p>
<p>Fight For Your Right</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rising Down &#8211; The Roots</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 23:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Rising Down é o 10º álbum da carreira (8º de estúdio) do grupo de hip hop nativo da Filadélfia The Roots. Parece ter sido impulsionado pelos “demônios” do momento político dos EUA, marcado por indefinições e muita especulação. Esse contexto “pesado” se reflete sobre a sonoridade do disco através de letras, melodias e batidas ferozes. Porém, não deixa de lado a qualidade que marca a sólida trajetória desse grupo, que é referência mundial em termos de hip hop contemporâneo.

O baterista/produtor Ahmir ?uestlove Thompson continua distribuindo suas levadas sólidas, o MC Black Thought dispara suas rimas contundentes como tapas na orelha, enquanto Kamal Gray (teclados), Frank Knuckles (percussão), Kirk "Captain Kirk" Douglas (guitarra) e Owen Biddle (baixo) garantem a liga que desafia os padrões do rap ao apostar num som mais orgânico, com influências do jazz e r&#038;b. O registro ainda traz participações de MCs como Mos Def, Common, Talib Kweli e Dice Raw para engrossar o caldo.

Já nas primeiras faixas é possível sentir a aura agressiva que permeia boa parte das composições do álbum. A batida crua e pesada que abre a faixa título anuncia o que está por vir: verborragia recheada de contestação. “Esse é provavelmente o álbum mais político de nossa carreira. Falamos de niilismo, hipocrisia, vícios e da vida urbana na Filadélfia. Eu diria que Rising Down é um disco maduro e intenso, mas não é pessimista como muitas pessoas esperam que ele seja”, esclarece ?uestlove.

Musicalmente, a tensão do álbum só é diluída na sétima faixa. “Criminal” tem uma base mais melódica, mas sua letra não alivia no teor ácido. Faixas seguintes como “I Will Not Appologize”, “Singing Man” e “Lost Desire” mantém o nível do álbum. Trazem bases um pouco menos nervosas e preparam o ouvinte para as duas últimas músicas, “Rising Up” e o bônus track “Birthday Girl”.

“Rising Up” é musicalmente uma espécie de canção de redenção, cuja base leve, melódica e orgânica se contrapõe aos tons sombrios da maioria das faixas de Rising Down. A música traz a participação de Chrisette Michele, que empresta sua voz macia ao refrão. Já “Birthday Girl” encerra o álbum com uma atmosfera mais pop e festiva. Comprova a versatilidade de um time de músicos capaz de, num mesmo álbum, protestar de forma ácida e incisiva e tocar um hit de FM sem perder as raízes.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rising Down Feat. Mo Def Styles P</p>
<p>@15</p>
<p>I Will Not Apologize Feat. Porn Dice Raw</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yesterdays New Quintet</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 22:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Brincar com identidades, timbres e samples bem escolhidos. Esse é o caminho percorrido pelo californiano Otis Jackson Jr, mais conhecido como Madlib. É, ao mesmo tempo, produtor de mão cheia, MC e multiinstrumentista talentoso. Um artista contemporâneo em todos os sentidos, marcado por uma versatilidade que se manifesta em seus diversos projetos musicais.

E o Yesterdays New Quintet é um de seus trabalhos mais criativos. Nele, Madlib apresenta seus 4 pseudônimos (Malik Flavors, Monk Hughes, Ahmad Miller, Joe McDuffrey), mais seu nome verdadeiro (Otis Jackson Jr), formando um quinteto de um homem só, em que toca todos os instrumentos.

O resultado são as 19 faixas desse disco, marcadas por uma mistura de jazz, funk e hip hop. Destaque para os timbres inusitados, gerados por instrumentos vintage, como teclados customizados e pedais que contribuem com efeitos surrealistas.

Além de composições originais, Angles Without Edges também traz alguns covers interessantes, entre eles "Daylight", de Roy Ayers, e “Sun Goddess”, de Ramsey Lewis.

Mas o maior mérito do Yesterdays New Quintet é conseguir criar uma atmosfera musical em que a liberdade de improvisação do jazz se encontra com a levada sólida do hip hop, por meio de ângulos nada convencionais.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papa</p>
<p>The Birth of YNQ</p>
]]></content:encoded>
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		<title>My Viny Weights a Ton</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2009/12/peanut-butter-wolf-my-viny-weights-a-ton/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 15:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos anos 90, ainda adolescente, Chris Manak (a.k.a. Peanut Butter Wolf) costumava vender para seus colegas de high school em San Jose, Califórnia, mix tapes com suas primeiras experimentações nos toca-discos. Foi assim que começou a carreira de um dos principais DJs/produtores do hip hop underground norte-americano.

Em My Vinyl Weighs a Ton, ele mostra por que é considerado um dos destaques da arte de garimpar beats e samples, ao lado de nomes como DJ Shadow, Kid Koala e Cut Chemist. E esse minucioso trabalho de pesquisa musical de PBW é complementado por mixagens e scratches criativos e precisos.

O álbum conta com a participação de MCs talentosos, como Lootpack (na ótima faixa "Styles Crew Flows Beats”) e Planet Asia, além de trazer samples de gigantes do rare groove, entre eles Reuben Wilson e Fred Wesley.

O resultado é um álbum dinâmico capaz de agradar aos apreciadores do rap e dos grooves funky.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>IN YOUR AREA</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jurassic 5 &#8211; Power in Numbers</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 01:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Formado em Los Angeles, em 1993, o Jurassic 5 se consolidou como uma das maiores vozes do hip hop underground da Costa Oeste dos EUA. O entrosamento entre os MCs Marc 7even, Chali 2na, Zaakir e Akil é fora de série, e influenciou boa parte dos rappers da nova geração.

Por tras desse talentoso quarteto temos dois dos principais DJs/produtores norte-americanos contemporâneos no comando das bases: Cut Chemist e Nu-Mark. A química musical atingida por esse “dream team” do hip hop pode ser degustada no álbum “Power In Numbers”, um registro maduro e com uma produção acima da média.

Além de contarem com bases, scratches e samples escolhidos a dedo, as faixas do álbum trazem letras com mensagens ácidas e críticas sociais bem amarradas, como em “Freedom”, primeiro single do disco. Também há espaço para crônicas sentimentais urbanas, como “Thin Line”, que conta com a participação da cantora Nelly Furtado. E como não poderia deixar de ser, sobram faixas inspiradas no bom e velho old-school hip hop. Esse é o caso de “What´s Golden” e “A Day at the Races”, esta última com a participação de Big Daddy Kane.

Vale também destacar o bom humor de Chemist e Nu-Mark nas bem sacadas vinhetas que se distribuem ao longo do álbum. “Power in Numbers” prova que para se fazer hip hop de qualidade não basta ter estilo e discursos revolucionários. Acima de tudo é preciso ter técnica e muita originalidade.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Day at the Races</p>
<p>Freedom</p>
]]></content:encoded>
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