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	<title>Revista Toro &#187; Indie Rock</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Real Estate &#8211; Days</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 14:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro trabalho deste quarteto de New Jersey recebeu boas críticas por seu estilo de rock descontraído e relaxado, recheado de boas melodias. O disco foi muito bem recebido e a banda ficou em observação a espera do trabalho seguinte.

Costuma-se dizer que uma banda prova se é boa mesmo em seu segundo disco (isso, logicamente, se o primeiro agradou). Caso adotemos esse tipo de análise, a banda Real Estate passou no “controle de qualidade” com seu segundo álbum, intitulado Days.

A frase “I’m not ok, but I guess I’m doing fine” (de uma das faixas) resume bem a atmosfera que permeia o disco. Este que em poucos momentos fica, digamos assim, mais entusiasmado. E é realmente isso (na minha opinião) que faz que Days seja um trabalho consistente no sentido de equilibrar todas as faixas com a idéia do “menos é mais” acompanhado de um excelente timbre. Guitarra, violão, baixo e bateria em grande harmonia com os vocais sussurrantes de Martin Courtney.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Easy</p>
<p>Out of Tune</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Strokes &#8211; Angles</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 21:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um hiato de 5 anos sem lançar um disco, os Strokes aparecem com um novo trabalho intitulado Angles. Título que vem a calhar já que durante esse tempo os integrantes da banda haviam se aventurado em projetos solo. O resultado é realmente bem “angulado”, cheio de pontas e cada uma delas com uma pitada de novas referências.

É fato que esses projetos paralelos trazem uma porção de novas idéias que sopram novos ares para a banda. Agora não sabemos se essas novidades não acabam por descaracterizar demais o som dos Strokes que vem se desconstruindo bastante desde o lançamento de seu primeiro trabalho Is This It, de 2001.

Por algum motivo comecei a ouvir o disco pela segunda faixa, “Under Cover Darkness”, que parece ter tomado emprestado alguns versos de “Last Night” (do álbum de estréia da banda, Is This It) e os duetos de guitarra característicos de todos os trabalhos anteriores dos Strokes também estão aí. “Two Kinds Of Happiness” mistura uma espécie de power-pop (se é que podemos dizer isso) com pós-punk, incrementada com energéticos solos do guitarrista Nick Valensi. As menos trabalhadas porém não menos interessantes “Taken a Fool” e “ Gratisfaction” merecem atenção.

Alguns experimentos com sintetizadores são feitos em “You’re So Right” e “Games”. “Call Me Back” tem o que parece ser uma levada de violão na guitarra. E “Life Is So Simple In The Moonlight” se distancia um pouco mais do que as outras faixas do som dos Strokes. Essas músicas mostram certa exploração de territórios da banda.

Voltando para faixa inicial do disco, a reggae “Machu Pitchu”, já no primeiro verso da faixa inicial diz: “Estou colocando a sua paciência em teste”, talvez como uma preparação para o que estava por vir.

Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Under Cover Of Darkness</p>
<p>Two Kinds Of Happiness</p>
<p>Taken For A Fool</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Memory Tapes</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 16:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[No cenário indie atual a fusão do rock com a música eletrônica já se consolidou como uma tendência. A associação de guitarras e sintetizadores criando uma sonoridade híbrida eletro acústica tem marcado o som de grupos que são a bola da vez na Europa e EUA.

Mas ao seguir essa tendência, muitas bandas passaram a se repetir musicalmente, produzindo sons sem muita identidade. Porém, ainda há gente trilhando caminhos originais nesse segmento. O produtor de Nova Jersey Dayve Hawk, nome por traz do projeto Memory Tapes, não se restringiu em repetir a fórmula das guitarras com beats eletrônicos e foi além.  

O álbum Seek Magic, lançado no final de 2009, traz uma interessante mistura de estilos como indie rock, folk, música oriental, dream pop. Tudo isso permeado por efeitos eletrônicos bem escolhidos. 

O single “Bicycle” resume bem o som do Memory Tapes. Mescla beats dançantes com melodias orientais impregnadas por um vocal psicodélico. Esses elementos criam uma espécie de mantra, que termina em um solo de guitarra entrelaçado por uma levada de baixo que finaliza a canção.

O disco também traz faixas mais contemplativas como “Run Out” e “Green Knight”, com influências de lounge e ambient (lembra o som de grupos como Boards of Canada). “Plain Material” traz uma sonoridade mais pop, mas igualmente criativa em termos de efeitos e produção.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bicycle</p>
<p>Run Out</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blonde Redhead &#8211; 23</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um som marcado por guitarras dissonantes, ruídos experimentais e melodias bem costuradas por timbres eletrônicos e acústicos, o Blonde Redhead foi criado no início dos anos 90, em NY, a partir do encontro inusitado entre os irmãos gêmeos Simone e Amedeo Pace, italianos de origem, com a vocalista japonesa Kazu Makino.

O álbum mais recente do grupo, 23, lançado em 2007, é o mais sólido da carreira dessa banda que não tem medo de misturar sonoridades próprias do pop com tonalidades nada convencionais. Já na faixa de abertura nos deparamos com o encontro que domina o registro: a levada quase sintética de Simone é complementada pela guitarra e pelos efeitos de Amedeo, enquanto Kazu dá vida as canções com seu vocal agudo e sussurrante.

Na segunda faixa, “Dr. Stangeluv”, encontramos o dream pop característico do grupo, marcado por uma simples porém bela levada de guitarra. Kazu é a responsável por uma dose de melancolia, graças a seus vocais delicados. O mesmo ocorre em “The Dress”, que lembra as sonoridades soturnas de alguns grupos dos anos 80.

O registro tem momentos mais roqueiros como em “Spring and by Summer Fall”, que conta com os vocais de Amedeo impregnados de efeitos. As canções finais do disco caminham por timbres mais eletrônicos, complementados pela voz mutante de Kazu.

Apesar dos acentos pop, 23 não é um disco de fácil audição. Por isso mesmo desafia o ouvinte a interpretar seus detalhes mais íntimos para decifrar o conjunto dessa interessante obra.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Strangeluv</p>
<p>Spring and by Summer</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sonic Youth &#8211; Rather Ripped</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 21:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Referência para 9 em cada 10 bandas do chamado “novo rock” desse início de século 21, o Sonic Youth prova que ainda tem muito a dizer (e a tocar) no álbum Rather Ripped, lançado em 2006.

Com faixas mais concretas e com menos experimentações “guitarrísticas”, o grupo se mostra bastante maduro e coeso ao longo do trabalho. Claro que ainda há espaço para as distorções frenéticas que se tornaram marca registrada da banda, mas há nuances de um rock mais pop que torna a audição mais fácil para ouvintes de primeira viagem.

Aliás, em Rather Ripped o grupo prova que ainda tem mais espontaneidade, originalidade e energia do que muitas bandas que reivindicam a reinvenção do rock]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incinerate</p>
<p>Pink Steam</p>
]]></content:encoded>
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