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	<title>Revista Toro &#187; Indie Rock</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Memory Tapes</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 16:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[No cenário indie atual a fusão do rock com a música eletrônica já se consolidou como uma tendência. A associação de guitarras e sintetizadores criando uma sonoridade híbrida eletro acústica tem marcado o som de grupos que são a bola da vez na Europa e EUA.

Mas ao seguir essa tendência, muitas bandas passaram a se repetir musicalmente, produzindo sons sem muita identidade. Porém, ainda há gente trilhando caminhos originais nesse segmento. O produtor de Nova Jersey Dayve Hawk, nome por traz do projeto Memory Tapes, não se restringiu em repetir a fórmula das guitarras com beats eletrônicos e foi além.  

O álbum Seek Magic, lançado no final de 2009, traz uma interessante mistura de estilos como indie rock, folk, música oriental, dream pop. Tudo isso permeado por efeitos eletrônicos bem escolhidos. 

O single “Bicycle” resume bem o som do Memory Tapes. Mescla beats dançantes com melodias orientais impregnadas por um vocal psicodélico. Esses elementos criam uma espécie de mantra, que termina em um solo de guitarra entrelaçado por uma levada de baixo que finaliza a canção.

O disco também traz faixas mais contemplativas como “Run Out” e “Green Knight”, com influências de lounge e ambient (lembra o som de grupos como Boards of Canada). “Plain Material” traz uma sonoridade mais pop, mas igualmente criativa em termos de efeitos e produção.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bicycle</p>
<p>Run Out</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blonde Redhead &#8211; 23</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um som marcado por guitarras dissonantes, ruídos experimentais e melodias bem costuradas por timbres eletrônicos e acústicos, o Blonde Redhead foi criado no início dos anos 90, em NY, a partir do encontro inusitado entre os irmãos gêmeos Simone e Amedeo Pace, italianos de origem, com a vocalista japonesa Kazu Makino.

O álbum mais recente do grupo, 23, lançado em 2007, é o mais sólido da carreira dessa banda que não tem medo de misturar sonoridades próprias do pop com tonalidades nada convencionais. Já na faixa de abertura nos deparamos com o encontro que domina o registro: a levada quase sintética de Simone é complementada pela guitarra e pelos efeitos de Amedeo, enquanto Kazu dá vida as canções com seu vocal agudo e sussurrante.

Na segunda faixa, “Dr. Stangeluv”, encontramos o dream pop característico do grupo, marcado por uma simples porém bela levada de guitarra. Kazu é a responsável por uma dose de melancolia, graças a seus vocais delicados. O mesmo ocorre em “The Dress”, que lembra as sonoridades soturnas de alguns grupos dos anos 80.

O registro tem momentos mais roqueiros como em “Spring and by Summer Fall”, que conta com os vocais de Amedeo impregnados de efeitos. As canções finais do disco caminham por timbres mais eletrônicos, complementados pela voz mutante de Kazu.

Apesar dos acentos pop, 23 não é um disco de fácil audição. Por isso mesmo desafia o ouvinte a interpretar seus detalhes mais íntimos para decifrar o conjunto dessa interessante obra.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Strangeluv</p>
<p>Spring and by Summer</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sonic Youth &#8211; Rather Ripped</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 21:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Referência para 9 em cada 10 bandas do chamado “novo rock” desse início de século 21, o Sonic Youth prova que ainda tem muito a dizer (e a tocar) no álbum Rather Ripped, lançado em 2006.

Com faixas mais concretas e com menos experimentações “guitarrísticas”, o grupo se mostra bastante maduro e coeso ao longo do trabalho. Claro que ainda há espaço para as distorções frenéticas que se tornaram marca registrada da banda, mas há nuances de um rock mais pop que torna a audição mais fácil para ouvintes de primeira viagem.

Aliás, em Rather Ripped o grupo prova que ainda tem mais espontaneidade, originalidade e energia do que muitas bandas que reivindicam a reinvenção do rock]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incinerate</p>
<p>Pink Steam</p>
]]></content:encoded>
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