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	<title>Revista Toro &#187; Jazz</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Medeski Martin and Wood &#8211; Radiolarians</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 03:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O álbum Radiolarians 1 é o primeiro de uma trilogia que o trio nova-iorquino Medeski, Martin &#038; Wood pretende lançar ao longo de 2008. O projeto consiste em escrever canções em pouco tempo, excursionar apresentando-as ao vivo e imediatamente após o tour gravar e lançá-las pelo selo Indirecto, de propriedade do trio.

O disco traz a sonoridade experimental própria desse grupo, que desafia os rótulos e persegue grooves e melodias complexas sem perder a classe.

Entre as faixas, destaque para o jazz soul de "Sweet Pea Dreams", "Free Go Lily", com sua levada de baixo viva e melódica, e "Professor Nohair", com seu piano que lembra a sonoridade southern de Nova Orleans. Há também espaço para momentos mais intimistas como em "Muchas Gracias".

O groove marcante do trio aparece em roupagem mais quebrada ao longo do registro, graças às experimentações promovidas pela bateria de Billy Martin. Porém, o entrosamento e o bom humor musical do trio se destacam mais uma vez em Radiolarians 1 e nos desafiam para os dois próximos discos da trilogia.

Por Luiz Guilherma Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Professor Nohair</p>
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		<title>Eric Dolphy &#8211; Out to Lunch</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 14:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O álbum Out to Lunch, do flautista/clarinetista Eric Dolphy, é tido como um dos mais representativos registros do jazz de vanguarda dos anos 60.

Marcado por uma grande complexidade rítmica, o disco mostra todo o talento de Dolphy como compositor e instrumentista. Já na faixa de abertura, “Hat and Beard” – uma espécie de tributo a Thelonious Monk –, nos deparamos com uma estrutura de composição rica, com timbres equilibrados e grande liberdade para a improvisação.

Essa fórmula marca as demais canções de Out to Lunch, carregadas por uma boa dose de solos dissonantes e sonoridades abstratas.

Além do talento de Dolphy, o álbum também conta com as participações de Freddie Hubbard (trompete), Bobby Hutcherson (vibraphone), Richard Davis (baixo), e Tony Williams (bateria). Esse excelente time de músicos teve papel fundamental no resultado final do registro. A cozinha de Williams e Davis e as marcações nada convencionais melódico-percussivas de Hutcherson garantem o terreno para as experimentações de Dolphy.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hat and Beard</p>
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		<title>Sonny Rollins &#8211; Vol. 2</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 03:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Um quinteto formado por J.J. Johnson (trombone), Sonny Rollinns (sax tenor), Horace Silver e Thelonious Monk (piano), Paul Chambers (baixo) e Art Blakey (bateria) é suficiente para tornar um disco, no mínimo, notável.

E mesmo tocando com esse time de pesos pesados do jazz, quando os outros membros do grupo eram apresentados à platéia, o nome de Sonny era sempre anunciado por último, para ser descrito como “o homem que acreditamos estar no topo da pirâmide dos saxofonistas tenores modernos”. O fato é que a influência desse grande músico sobre artistas como Charlie House, John Coltrane, Billy Michell, somente para citar alguns nomes, é inegável.

Nesse álbum podemos imaginar Sonny lançando o tema da música para os outros instrumentos assumirem o controle, enquanto ele escuta e aguarda a hora certa de entrar com alguns floreios produzidos por seu sax. E então se lança em um solo ora arrebatador, ora comportado, mas sempre com muita classe.

Um disco que transmite a força e persuasão musical desse grande expoente do sax tenor, sempre muito estimulante para nossos ouvidos.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Misterioso</p>
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		<title>Yesterdays New Quintet</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 22:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Brincar com identidades, timbres e samples bem escolhidos. Esse é o caminho percorrido pelo californiano Otis Jackson Jr, mais conhecido como Madlib. É, ao mesmo tempo, produtor de mão cheia, MC e multiinstrumentista talentoso. Um artista contemporâneo em todos os sentidos, marcado por uma versatilidade que se manifesta em seus diversos projetos musicais.

E o Yesterdays New Quintet é um de seus trabalhos mais criativos. Nele, Madlib apresenta seus 4 pseudônimos (Malik Flavors, Monk Hughes, Ahmad Miller, Joe McDuffrey), mais seu nome verdadeiro (Otis Jackson Jr), formando um quinteto de um homem só, em que toca todos os instrumentos.

O resultado são as 19 faixas desse disco, marcadas por uma mistura de jazz, funk e hip hop. Destaque para os timbres inusitados, gerados por instrumentos vintage, como teclados customizados e pedais que contribuem com efeitos surrealistas.

Além de composições originais, Angles Without Edges também traz alguns covers interessantes, entre eles "Daylight", de Roy Ayers, e “Sun Goddess”, de Ramsey Lewis.

Mas o maior mérito do Yesterdays New Quintet é conseguir criar uma atmosfera musical em que a liberdade de improvisação do jazz se encontra com a levada sólida do hip hop, por meio de ângulos nada convencionais.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papa</p>
<p>The Birth of YNQ</p>
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		<title>Man with the Movie Camera</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 01:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Compor a trilha sonora de filme mudo, preto e branco, feito por um cineasta polonês em 1929. Essa foi a missão da Cinematic Orchestra, coletivo britânico capitaneado pelo produtor e multiinstruemntista Jason Swinscoe.

O resultado é Man With a Movie Câmera, disco repleto de texturas, dinâmicas criativas e um roteiro muito bem interpretado por seus protagonistas: músicos que travam diálogos via instrumentos musicais.

Além da versão em CD, há também um DVD que traz o documentário original Man With a Movie Camera (entre outros materiais extras), feito por Dziga Vertov em 1929, que retrata a vida urbana dos empregados das estatais soviéticas. É uma espécie de propaganda comunista repleta de técnicas de filmagem e edição inovadoras para a época em que foi lançada.

O filme é dividido em seis partes correspondentes aos seis temas principais da trilha sonora, que se encaixam perfeitamente às cenas. Musicalmente, o álbum traz elementos do jazz, funk e da música clássica, com direito a seção de cordas, naipe de metais, e até uma pick-up.

Música cinematográfica para ouvidos que enxergam bem.

Por Luiz Guilherme Moffa ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>THE AWAKENING OF A WOMAN</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Medeski, Martin and Wood</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que Jonh Medeski (piano e teclados) e seus parceiros Chris Wood (baixo) e Billy Martin (bateria) são figuras de destaque do jazz de vanguarda norte-americano.

Shack Man, quarto disco do trio MMW, caminha por texturas mais elétricas do que os primeiros trabalhos do grupo. Aposta numa fórmula infalível e a explora muito bem: groove à três, com baixo, bateria e John Medeski arrepiando seus hammonds e sintetizadores malucos.

As faixas estão repletas de climas que nos levam ora para a ironia através de notas musicais, ora para uma viagem patrocinada pelo groove afro-cubano.

Destaques para "bubblehouse", “Henduck”, “Jelly Belly”, “Dracula”..., ouça-o do começo ao fim.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bubblehouse</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Thelonious Monk &#8211; Monk.</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O quarteto composto por Thelonious Monk (piano), Charlie Rouse (sax), Larry Galé (baixo) e Ben Riley (bateria) foi uma das melhores formações em que Monk tocou.

Esse time sabia exatamente como dar suporte e agregar a cada inesperado movimento do pianista. A concepção de tempo do grupo também se encaixava perfeitamente à sonoridade do saxofonista Rouse, que entendia como poucos as composições de Monk e, mais do que isso, compreendia a importância da melodia no momento do solo.

Os músicos do quarteto estão impecáveis nesse registro. Miles Davis certa vez disse que Monk foi o músico mais difícil de acompanhar com quem ele já tocou, referindo-se a enorme genialidade e facilidade para improvisação do lendário pianista.

Produzido por Ornin Keepnews, o registro traz composições jazzísticas atemporais, mostrando Monk no auge de seu estado criativo.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liza</p>
<p>I Love You</p>
]]></content:encoded>
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		<title>John Coltrane &#8211; Olé</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[As mais diversas texturas sonoras e complicadíssimas estruturas rítmicas são apresentadas de forma brilhante em Olé Coltrane. Neste trabalho, Coltrane mostra todo o seu potencial lírico e melódico elevando os temas do álbum a um nível fora de série.

O time que assina a obra é composto por George Lane (flauta), Freddie Hubbard (Trompete), McCoy Tyner (piano), Reggie Workman e Art Davis (baixo) e Elvin Jones (bateria). Todos eles trazem significantes contribuições em termos de técnica e improviso ao trabalho, com destaque para a interação entre Hubbard e Eric Dolphy. Vale lembrar que Dolphy não pôde ser creditado no álbum devido a um contrato que tinha com outra gravadora na época.

A faixa título, com mais de 18 minutos de duração, traz uma forte influência hispânica de Sketches of Spain (álbum de Miles Davis lançado na mesma época) e conta com inspirados improvisos de Dolphy, Hubbard, Tyner e Coltrane.

“Aisha” também é um dos pontos altos do disco. É considerada uma das melhores composições de Tyner em parceria com Coltrane. Mais uma vez Dolphy e Hubbard brilham em seus respectivos instrumentos.

Outro grande registro da extensa discografia de uma das maiores figuras da história do jazz.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dahomey Dance</p>
]]></content:encoded>
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		<title>tortoise &#8211; tnt</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 22:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Atmosferas sonoras contemplativas, música visual e timbres exóticos. Acrescente uma boa dose de experimentalismo a esta mistura explosiva e terá TNT, sexto disco do grupo Tortoise. Formado em Chigado no início dos anos 90, a banda é um dos maiores representantes do chamado post rock. 

O grupo que deu a Tom Zé seu valor merecido - ao acompanhar o músico brasileiro em uma tunê pelos EUA em 1999 - esbanja competência em composições criativas e inspiradoras. A faixa 6, embalada por um baixo quase dub, teve o nome inspirado pela ponte suspensa das Cataratas do Iguaçu.

As demais canções de TNT trazem bons momentos em que o rock se encontra com levadas jazzísticas e muitos efeitos eletrônicos. Muitas são complementadas pelo timbre doce dos vibrafones – uma das marcas registradas da banda. 

TNT conduz o ouvinte a uma viagem por escalas que vão muito além do rock comum.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>tnt</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wayne Shorter &#8211; Speak No Evil</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerado por muitos como uma das obras-primas do jazz dos anos 60, o disco Speak No Evil reflete todo o virtuosismo do saxofonista Wayne Shorter, tanto como compositor quanto como instrumentista.

A introdução de “Witch Hunt”, faixa que abre o álbum, onde o sax de Shorter se une ao trompete de Freddie Hubbard, parece anunciar ao ouvinte o que está por vir: uma aula de cool jazz. Logo depois desse alerta sonoro, quem dá o tom é o prato de condução do baterista Elvin Jones - um dos gênios de seu instrumento - conduzindo a banda para uma jornada pelos horizontes fantásticos do improviso e da melodia.

Some a esse trio o piano de Herbie Hancock e o contrabaixo de Ron Carter e você terá uma espécie de “dream team” do jazz, tocando de forma solta e entrosada ao longo das 6 faixas do disco.

Gravado em 1964 no estúdio de Rudy Van Gelder - um dos magos da gravadora Blue Note - situado em Nova Jersey (EUA), Speak No Evil hipnotiza o ouvinte ao criar climas que vão de improvisos frenéticos a calmarias melódicas num piscar de olhos. E o que dizer do entrosamento dessa banda? Cada um dos músicos desenvolve um diálogo raro através de seus instrumentos, como velhos conhecidos numa conversa de bar.

A faixa título, “Speak No Evil”, tornou-se um dos grandes clássicos da história do jazz e sintetiza muito bem a elaborada linguagem musical de Wayne Shorter. Um disco fundamental para se compreender os meandros do jazz dos anos 60.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Witch Hunt</p>
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