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	<title>Revista Toro &#187; Jazz</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Blue Note &#8211; Droppin Science</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[A gravadora Blue Note mostra na coletânea Droppin’ Science como alguns dos principais artistas de seu catálogo serviram como inspiração para grandes clássicos do hip-hop.

Dentre os que beberam dessa fonte estão ícones como os Beastie Boys, A Tribe Called Quest, Gang Star e mais uma dezena de grupos de rap. Para os que acham que rap não é música, aí estão alguns artistas do gênero que buscam grandes referências musicais por meio de uma garimpagem de muito bom gosto.

Além de representantes da cena underground, o álbum também cita artistas do gangsta rap, como Dr. Dre, que buscou uma luz em David Axelrod para desenvolver o famoso hit “The Next Episode”.

Desde seu surgimento, a Blue Note sempre deu espaço para artistas ainda não muito conhecidos da cena jazzística mostrarem seu talento, revelando uma série de grandes músicos para o mundo. E esse registro, como já diz o nome, mostra que o laboratório do selo ainda serve - e servirá - como inspiração para muitas outras gerações de artistas do hip-hop.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mystic Brew</p>
<p>The Edge</p>
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		<title>Mulatu Astatke &amp; Heliocentrics</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 22:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[World Music]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos por partes. Primeiramente vale uma breve introdução sobre os dois nomes responsáveis pelo disco.

Mulatu Astatke, um dos pais do jazz etíope, multi-instrumentista e é uma das figuras mais originais da cena jazzística mundial no momento. Há alguns anos participou da trilha sonora do filme Broken Flowers (Flores Partidas), de Jim Jarmush, produz uma série de novos artistas e está envolvido em alguns projetos de modernização de instrumentos musicais na universidade de Harvard e no Massashussets Institute of Technology (MIT).

O Heliocentrics, liderado pelo baterista Malcom Catto, é um conjunto de músicos londrinos que divaga pelo jazz, hip hop, funk, eletrônico e pela world music. Suas principais referências são Elvin Jones, David Axelrod, Sun Ra, James Brown, Ennio Morricone, Stark Reality e Joyride. A bateria de Catto já foi bastante sampleada por Madlib e seu Yesterday’s New Quintet. Alguns trabalhos recentes do grupo são parcerias com Melvin Van Peebles e DJ Shadow.

A junção desses dois nomes transita por sonoridades não muito convencionais. E como eles mesmos dizem é melhor não ficar tentando achar um gênero musical para classificá-los, pois nem eles mesmos conseguiram realizar tal tarefa.

A capa é uma boa deixa para o conteúdo do disco. Uma porção de elementos aparentemente desconexos, que montados do jeito certo formam um desenho interessante.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cha Cha</p>
<p>Esketa Dance</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wayne Shorter &#8211; JuJu</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 22:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanto como saxofonista quanto como compositor Wayne Shorter é uma das figuras mais relevantes do universo do jazz. Além de ter acompanhado gigantes do estilo como Art Blakey, Miles Davis, Horace Silver e Maynard Ferguson, desenvolveu uma sólida carreira solo que rendeu excelentes trabalhos.

Ao lado de Speak No Evil, JuJu é o melhor álbum do músico pela Blue Note Records. Ambos são uma espécie de pico criativo da carreira deste saxofonista fortemente influenciado por John Coltrane. Entretanto, Shorter conseguiu desenvolver uma linguagem musical própria ao explorar texturas melódicas com muita flexibilidade.

O que mais se destaca no álbum é a sofisticação das composições, todas assinadas por Shorter. Já na faixa de abertura,“JuJu”, influenciada por padrões rítmicos da música africana, é possível perceber que não se trata de um disco comum. Em “Mahjong” encontramos um casamento perfeito entre as melodias de piano e sax. As demais canções continuam em alto nível.

Vale também destacar a banda que participou das gravações. A cozinha é formada por Reggie Workman (baixo) e Elvin Jones (bateria), que garantem um terreno fértil para os solos instigantes de McCoy Tyner (piano).

Por Luiz Guilherme Moffa ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juju</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Charlie Brown Christmas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 22:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador das tiras em quadrinhos Peanuts, Charles M. Schulz, elegeu o pianista Vince Guaraldi e seu trio de jazz para compor músicas que refletissem o humor, o charme e a inocência de Charlie Brown, Shroeder, Linus e toda gangue para um episódio de Natal feito especialmente para a rede de televisão CBS em 1965.

A parceria foi pra lá de acertada pois os elegantes arranjos de Guaraldi casaram com perfeição ao clima dos personagens de Schulz e além disso fez o importante trabalho de introduzir o gênero musical jazz às crianças.

O disco abre com a faixa “O Tannenbaum” que nos primeiros segundos apresenta um agradável tema de Natal que se desenvlove em uma levada de jazz sutil. “What a Child”, a segunda faixa, se apoia no cool jazz, enquanto “My Little Drums” é acompanhada por backing vocals e um coral dos próprios personagens.

A clássica “Linus and Lucy” – talvez a faixa que traduza melhor o espírito dos quadrinhos Peanuts – também aparece em meio as composições. E o ponto mais eloquente do disco fica por conta de “Christmas Is Coming” que traduz de forma brilhante a agradável atmosfera que envolve essa época em especial.

A Charlie Brown Christmas serve como uma agradabilíssima e festiva meditação para o Natal.

Por Gabriel Sáez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>My Little Drum</p>
<p>Linus &#038; Lucy</p>
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		<title>Medeski Martin and Wood &#8211; Radiolarians</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 03:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O álbum Radiolarians 1 é o primeiro de uma trilogia que o trio nova-iorquino Medeski, Martin &#038; Wood pretende lançar ao longo de 2008. O projeto consiste em escrever canções em pouco tempo, excursionar apresentando-as ao vivo e imediatamente após o tour gravar e lançá-las pelo selo Indirecto, de propriedade do trio.

O disco traz a sonoridade experimental própria desse grupo, que desafia os rótulos e persegue grooves e melodias complexas sem perder a classe.

Entre as faixas, destaque para o jazz soul de "Sweet Pea Dreams", "Free Go Lily", com sua levada de baixo viva e melódica, e "Professor Nohair", com seu piano que lembra a sonoridade southern de Nova Orleans. Há também espaço para momentos mais intimistas como em "Muchas Gracias".

O groove marcante do trio aparece em roupagem mais quebrada ao longo do registro, graças às experimentações promovidas pela bateria de Billy Martin. Porém, o entrosamento e o bom humor musical do trio se destacam mais uma vez em Radiolarians 1 e nos desafiam para os dois próximos discos da trilogia.

Por Luiz Guilherma Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Professor Nohair</p>
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		<title>Eric Dolphy &#8211; Out to Lunch</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 14:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O álbum Out to Lunch, do flautista/clarinetista Eric Dolphy, é tido como um dos mais representativos registros do jazz de vanguarda dos anos 60.

Marcado por uma grande complexidade rítmica, o disco mostra todo o talento de Dolphy como compositor e instrumentista. Já na faixa de abertura, “Hat and Beard” – uma espécie de tributo a Thelonious Monk –, nos deparamos com uma estrutura de composição rica, com timbres equilibrados e grande liberdade para a improvisação.

Essa fórmula marca as demais canções de Out to Lunch, carregadas por uma boa dose de solos dissonantes e sonoridades abstratas.

Além do talento de Dolphy, o álbum também conta com as participações de Freddie Hubbard (trompete), Bobby Hutcherson (vibraphone), Richard Davis (baixo), e Tony Williams (bateria). Esse excelente time de músicos teve papel fundamental no resultado final do registro. A cozinha de Williams e Davis e as marcações nada convencionais melódico-percussivas de Hutcherson garantem o terreno para as experimentações de Dolphy.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hat and Beard</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sonny Rollins &#8211; Vol. 2</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 03:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Um quinteto formado por J.J. Johnson (trombone), Sonny Rollinns (sax tenor), Horace Silver e Thelonious Monk (piano), Paul Chambers (baixo) e Art Blakey (bateria) é suficiente para tornar um disco, no mínimo, notável.

E mesmo tocando com esse time de pesos pesados do jazz, quando os outros membros do grupo eram apresentados à platéia, o nome de Sonny era sempre anunciado por último, para ser descrito como “o homem que acreditamos estar no topo da pirâmide dos saxofonistas tenores modernos”. O fato é que a influência desse grande músico sobre artistas como Charlie House, John Coltrane, Billy Michell, somente para citar alguns nomes, é inegável.

Nesse álbum podemos imaginar Sonny lançando o tema da música para os outros instrumentos assumirem o controle, enquanto ele escuta e aguarda a hora certa de entrar com alguns floreios produzidos por seu sax. E então se lança em um solo ora arrebatador, ora comportado, mas sempre com muita classe.

Um disco que transmite a força e persuasão musical desse grande expoente do sax tenor, sempre muito estimulante para nossos ouvidos.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Misterioso</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yesterdays New Quintet</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 22:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Brincar com identidades, timbres e samples bem escolhidos. Esse é o caminho percorrido pelo californiano Otis Jackson Jr, mais conhecido como Madlib. É, ao mesmo tempo, produtor de mão cheia, MC e multiinstrumentista talentoso. Um artista contemporâneo em todos os sentidos, marcado por uma versatilidade que se manifesta em seus diversos projetos musicais.

E o Yesterdays New Quintet é um de seus trabalhos mais criativos. Nele, Madlib apresenta seus 4 pseudônimos (Malik Flavors, Monk Hughes, Ahmad Miller, Joe McDuffrey), mais seu nome verdadeiro (Otis Jackson Jr), formando um quinteto de um homem só, em que toca todos os instrumentos.

O resultado são as 19 faixas desse disco, marcadas por uma mistura de jazz, funk e hip hop. Destaque para os timbres inusitados, gerados por instrumentos vintage, como teclados customizados e pedais que contribuem com efeitos surrealistas.

Além de composições originais, Angles Without Edges também traz alguns covers interessantes, entre eles "Daylight", de Roy Ayers, e “Sun Goddess”, de Ramsey Lewis.

Mas o maior mérito do Yesterdays New Quintet é conseguir criar uma atmosfera musical em que a liberdade de improvisação do jazz se encontra com a levada sólida do hip hop, por meio de ângulos nada convencionais.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papa</p>
<p>The Birth of YNQ</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Man with the Movie Camera</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 01:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Compor a trilha sonora de filme mudo, preto e branco, feito por um cineasta polonês em 1929. Essa foi a missão da Cinematic Orchestra, coletivo britânico capitaneado pelo produtor e multiinstruemntista Jason Swinscoe.

O resultado é Man With a Movie Câmera, disco repleto de texturas, dinâmicas criativas e um roteiro muito bem interpretado por seus protagonistas: músicos que travam diálogos via instrumentos musicais.

Além da versão em CD, há também um DVD que traz o documentário original Man With a Movie Camera (entre outros materiais extras), feito por Dziga Vertov em 1929, que retrata a vida urbana dos empregados das estatais soviéticas. É uma espécie de propaganda comunista repleta de técnicas de filmagem e edição inovadoras para a época em que foi lançada.

O filme é dividido em seis partes correspondentes aos seis temas principais da trilha sonora, que se encaixam perfeitamente às cenas. Musicalmente, o álbum traz elementos do jazz, funk e da música clássica, com direito a seção de cordas, naipe de metais, e até uma pick-up.

Música cinematográfica para ouvidos que enxergam bem.

Por Luiz Guilherme Moffa ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>THE AWAKENING OF A WOMAN</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Medeski, Martin and Wood</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2009/11/medeski-martin-and-wood/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que Jonh Medeski (piano e teclados) e seus parceiros Chris Wood (baixo) e Billy Martin (bateria) são figuras de destaque do jazz de vanguarda norte-americano.

Shack Man, quarto disco do trio MMW, caminha por texturas mais elétricas do que os primeiros trabalhos do grupo. Aposta numa fórmula infalível e a explora muito bem: groove à três, com baixo, bateria e John Medeski arrepiando seus hammonds e sintetizadores malucos.

As faixas estão repletas de climas que nos levam ora para a ironia através de notas musicais, ora para uma viagem patrocinada pelo groove afro-cubano.

Destaques para "bubblehouse", “Henduck”, “Jelly Belly”, “Dracula”..., ouça-o do começo ao fim.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bubblehouse</p>
]]></content:encoded>
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