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	<title>Revista Toro &#187; R&amp;B</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Rising Down &#8211; The Roots</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 23:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Rising Down é o 10º álbum da carreira (8º de estúdio) do grupo de hip hop nativo da Filadélfia The Roots. Parece ter sido impulsionado pelos “demônios” do momento político dos EUA, marcado por indefinições e muita especulação. Esse contexto “pesado” se reflete sobre a sonoridade do disco através de letras, melodias e batidas ferozes. Porém, não deixa de lado a qualidade que marca a sólida trajetória desse grupo, que é referência mundial em termos de hip hop contemporâneo.

O baterista/produtor Ahmir ?uestlove Thompson continua distribuindo suas levadas sólidas, o MC Black Thought dispara suas rimas contundentes como tapas na orelha, enquanto Kamal Gray (teclados), Frank Knuckles (percussão), Kirk "Captain Kirk" Douglas (guitarra) e Owen Biddle (baixo) garantem a liga que desafia os padrões do rap ao apostar num som mais orgânico, com influências do jazz e r&#038;b. O registro ainda traz participações de MCs como Mos Def, Common, Talib Kweli e Dice Raw para engrossar o caldo.

Já nas primeiras faixas é possível sentir a aura agressiva que permeia boa parte das composições do álbum. A batida crua e pesada que abre a faixa título anuncia o que está por vir: verborragia recheada de contestação. “Esse é provavelmente o álbum mais político de nossa carreira. Falamos de niilismo, hipocrisia, vícios e da vida urbana na Filadélfia. Eu diria que Rising Down é um disco maduro e intenso, mas não é pessimista como muitas pessoas esperam que ele seja”, esclarece ?uestlove.

Musicalmente, a tensão do álbum só é diluída na sétima faixa. “Criminal” tem uma base mais melódica, mas sua letra não alivia no teor ácido. Faixas seguintes como “I Will Not Appologize”, “Singing Man” e “Lost Desire” mantém o nível do álbum. Trazem bases um pouco menos nervosas e preparam o ouvinte para as duas últimas músicas, “Rising Up” e o bônus track “Birthday Girl”.

“Rising Up” é musicalmente uma espécie de canção de redenção, cuja base leve, melódica e orgânica se contrapõe aos tons sombrios da maioria das faixas de Rising Down. A música traz a participação de Chrisette Michele, que empresta sua voz macia ao refrão. Já “Birthday Girl” encerra o álbum com uma atmosfera mais pop e festiva. Comprova a versatilidade de um time de músicos capaz de, num mesmo álbum, protestar de forma ácida e incisiva e tocar um hit de FM sem perder as raízes.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rising Down Feat. Mo Def Styles P</p>
<p>@15</p>
<p>I Will Not Apologize Feat. Porn Dice Raw</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Wonder of Stevie: Essential Compositions, Covers &amp; Cookies</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 03:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1999 os amigos DJs Spinna e Bobbito (aka DJ Cucumberslice) tocaram juntos pela primeira vez e justamente em uma festa de tributo a Stevie Wonder. Ambos admiravam a música de Stevie, além é claro de conhecerem profundamente o catálogo do artista. A festa foi um sucesso, e daí nasceu a ideia de produzirem um disco.

Dois anos depois do encontro eles lançaram "The Wonder of Stevie", uma coletânea que mostra como o trabalho de um dos maiores representantes da soul music inspirou grandes músicos.

O álbum conta com a presença de grandes nomes como lendário vibrafonista norte-americano Lionel Hampton , o brasileiro Sérgio Mendes e sua big band Brasil ‘77 (com uma versão de “Superstion”), o grupo vocal feminino  The Supremes (com “Bad Weather”), o percussionista Ray Barreto (com a versão latina de “Pastime Paradise”), interpretando não apenas grandes hits mas boas versões das músicas de Stevie Wonder.

Boa dica para os apreciadores do r&#038;b e da soul music.

Por Sérgio Godoy]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As &#8211; Gene Harris</p>
<p>Bad Weather &#8211; The Supremes</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Menahan Street Band</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo novaiorquino reunido pelo músico e produtor thomas Brenneck
(Sharon Jones &#038; the Dap-Kings, Budos Band, Amy Winehouse, Bebel Gilberto).
gravado no quarto do seu apartamento na rua Menahan St. no Brooklyn,
a banda cria com a mistura de funk, soul, afrobeat e referências, segundo
eles mesmos, de Curtis Mayfield e Mulatu Astatke.

Sem esquecer as raízes da soul music, Brenneck e Cia. experimentam texturas
e sons como o uso de instrumentos dobrados, vibrafone e o truque de tocar
cordas da guitarra antes da ponte. Outro elemento presente é o fato de algumas
músicas terem sido gravadas analogicamente sem compressores em uma
otari de oito bandas. Músicas como “Montego Sunstet“ dá pra perceber
o ruído típico de uma gravação analógica.

Apesar do primeiro single “Make the road by walking” ter sido lançado apenas
em vinil em 2006, não foi barreira para que em 2007 fosse sempleado no hit
“Roc Boys (and the winner is)” nas mãos de Jay-Z (música eleita pela Rolling
Stone single número 1 de 2007). O som da banda tem se mostrado prato cheio para
os rappers americanos, a faixa “The Traitor” uma das melhores do disco, foi
picotada e colada por rappers como: Kid Cudi’s em “Mr. Solo Dolo”, Billy Blue
em “Fresh From head 2 toe” e 50 Cent - “Talking in Codes”.

Enfim, soul instrumental envolvente e sutíl, com tudo o que tem direito:
texturas psicodélicas, experimentalismo e surpreendente naipe de metais.

Por Filipe Calado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tired of Fighting</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Curtis Mayfield &#8211; Superfly</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Soundtrack]]></category>

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		<description><![CDATA[Se o filme Superfly, lançado em 1972, é um clássico do gênero que ficou conhecido como blaxpoitation, sua trilha sonora foi além e se tornou um clássico da música negra. 

Concebida por Curtis Mayfield, referência do soul-funk setentista, a trilha reúne faixas que ilustram muito bem o tema abordado pelo filme: o submundo marginal urbano dos EUA no início dos anos 70.

Sem moralismos ou apologia, as letras descrevem os personagens e as situações presentes no registro cinematográfico, em que as drogas, sexo e violência dão o tom. São acompanhadas por grooves de primeira, que se tornaram hinos da black music.

O álbum traz pérolas como “Freddie´s Dead”, que resume bem os temas abordados no filme, “Superfly” e “Pusherman”. Esta última traça um inteligente paralelo entre os traficantes de drogas e os homens de negócios, enquanto baixo, bateria e a guitarra “wah wah” seguram a base com classe. 

Mais de trinta anos depois de seu lançamento, a trilha de Superfly permanece atual e relevante. É, ao mesmo tempo, um documento social e musical de uma época de grandes transformações políticas e sociais. 

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pusherman</p>
<p>Freddies Dead</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Stevie Wonder &#8211; Innervisions</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2009/10/stevie-wonder-innervisions/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 01:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi quando Steve Wonder fundiu seu incrível talento como compositor com sua preocupação política/social durante a década de 70 que produziu uma série de excelentes álbuns, essenciais para qualquer coleção de discos que se preze. E Innervisions é um deles.

O disco traz pérolas como “Living for the City”, com oito minutos de duração e causa uma ótima impressão devido ao poder narrativo de Wonder, trazendo a juventude negra do interior do Mississipi para a cidade. “Too High” fala basicamente sobre drogas e é guiada por uma grooveada linha de baixo. “Higher Ground” - posteriormente gravada pelos Red Hot Chili Peppers - ilustra todo o potencial funk/soul do compositor.

O álbum é a expressão musical de um gênio que conseguiu falar de temas como reencarnação e meditação transcendental em um contexto pop, e ao mesmo tempo lançar manchetes políticas fortes. Innervisions prova que Stevie Wonder foi realmente um deficiente visual visionário, enxergando muito além que a maioria dos artistas da época em que o disco foi lançado.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jesus Children of America</p>
]]></content:encoded>
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