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	<title>Revista Toro &#187; Rock</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>The Strokes &#8211; Angles</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 21:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um hiato de 5 anos sem lançar um disco, os Strokes aparecem com um novo trabalho intitulado Angles. Título que vem a calhar já que durante esse tempo os integrantes da banda haviam se aventurado em projetos solo. O resultado é realmente bem “angulado”, cheio de pontas e cada uma delas com uma pitada de novas referências.

É fato que esses projetos paralelos trazem uma porção de novas idéias que sopram novos ares para a banda. Agora não sabemos se essas novidades não acabam por descaracterizar demais o som dos Strokes que vem se desconstruindo bastante desde o lançamento de seu primeiro trabalho Is This It, de 2001.

Por algum motivo comecei a ouvir o disco pela segunda faixa, “Under Cover Darkness”, que parece ter tomado emprestado alguns versos de “Last Night” (do álbum de estréia da banda, Is This It) e os duetos de guitarra característicos de todos os trabalhos anteriores dos Strokes também estão aí. “Two Kinds Of Happiness” mistura uma espécie de power-pop (se é que podemos dizer isso) com pós-punk, incrementada com energéticos solos do guitarrista Nick Valensi. As menos trabalhadas porém não menos interessantes “Taken a Fool” e “ Gratisfaction” merecem atenção.

Alguns experimentos com sintetizadores são feitos em “You’re So Right” e “Games”. “Call Me Back” tem o que parece ser uma levada de violão na guitarra. E “Life Is So Simple In The Moonlight” se distancia um pouco mais do que as outras faixas do som dos Strokes. Essas músicas mostram certa exploração de territórios da banda.

Voltando para faixa inicial do disco, a reggae “Machu Pitchu”, já no primeiro verso da faixa inicial diz: “Estou colocando a sua paciência em teste”, talvez como uma preparação para o que estava por vir.

Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Under Cover Of Darkness</p>
<p>Two Kinds Of Happiness</p>
<p>Taken For A Fool</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frank Zappa &#8211; Freak Out</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 14:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Este foi o primeiro album duplo da história do rock, o primeiro album conceitual de rock e chegava ao limite do que poderia ser classificado dentro do gênero musical rock sem ser considerado avant-garde jazz ou música clássica moderna.

O nome do disco é o conceito principal apresentado no disco. Zappa pregava a idéia de que as pessoas deveriam não se preocupar tanto com alguns costumes pré-estabelecidos pela sociedade como por exemplo: padrões restritos de pensamento, jeito de se vestir, de se portar e por aí vai. Afim de incentivar as pessoas a se expressar e agir de forma criativa de acordo com a personalidade de cada um.

Toda essa história foi acompanhada pelos mais variados estilos musicais, cobrindo todas as influências musicais (que não são poucas) de Zappa. Desde o estilo de piano do jazzista Cecil Taylor à canções de filmes de Hollywood, Stravinsky e Varèse, sons tocados de trás pra frente e acelerados, efeitos sonoros variados e um pouco de Doo Wop como é o caso de “Go Cry On Somebody Else’s Shoulder”.

Apesar do clima satírico que permeia boa parte do disco há também algumas faixas mais politizadas como é o caso de “Trouble Every Day” que aparece em forma de um extraordinário blues, acompanhado de um discurso raivoso contra a discriminação racial na América. O assunto foi o conflito de Watts (nome de um bairro na Califórnia) e a letra da música foi escrita enquanto Zappa assistia aos motins pela televisão. E o resultado é uma soberba peça jornalística sobre o evento – preocupada, indignada e envolvente – e no meio dam úsica solta um grito que diz “ I’m not black, but there’s a whole lotta times I wish I could say I’m not white”. Quando o disco foi às lojas Zappa recebeu uma visita do FBI. Eles queriam saber o quanto ele estava envolvido no caso.

Ao longo dos anos Freak Out! sempre foi incluso e votado como um dos 100 mais importantes álbuns já feitos e apesar de sua gravação ser um pouco crua, este é um disco que nunca sera considerado ultrapassado.

Gabriel Sáez.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trouble Every Day</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Television &#8211; Adventure</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a década de 70, enquanto surgiam diversas bandas de punk rock com propostas musicais semelhantes, o Television apareceu com uma nova receita sonora, que além do espírito "do it yourself", englobava um tipo de som mais cerebral.

O líder da banda, Tom Verlaine (guitarra), já transitava com certa desenvoltura pela cena underground de Nova York antes de formar a banda. Foi ele quem gravou a guitarra no primeiro single de Patti Smith ("Hey Joe"/"Piss Factory") e também já havia escrito um livro de poesias com a rainha do punk.

A proposta desse álbum era tentar manter a linha de seu antecessor, tarefa nada fácil diante do inusitado Marquee Moon, disco que ampliou os limites do punk rock com a inserção de letras mais poéticas, sofisticados e melódicos solos de guitarra e uma pitada de jazz na bateria quebrada de Billy Finca.

Adventure trata-se de um disco homogêneo, mas em cada uma das faixas encontramos particularidades. Mesmo assim podemos ressaltar dois pontos altos. Um deles é a introspectiva e calma "The Dreams Dream", que traz grandes solos de guitarra bem ao estilo da faixa título do álbum anterior, Marquee Moon. A não menos brilhante "Adventure", que vem na seqüência, mostra um tipo de som cheio de camadas com grandes variações de tempo.

Adventure não chega a ser uma obra-prima, mas mostra uma das melhores guitarras punk de todos os tempos tocada em companhia de músicos em seu auge criativo.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Dreams Dream</p>
<p>Adventure</p>
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		<title>ZZ Top &#8211; Tres Hombres</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao escutar o álbum Tres Hombres logo nos damos conta de como o ZZ Top influenciou várias bandas da pesada. Podemos citar o AC/DC, que certamente bebeu dessa fonte na criação das não menos poderosas "Ride On" e "The Jack", entre outros grupos de destaque. Vale ressaltar também que ninguém menos que Jimi Hendrix era fã de Billy Gibbons (guitarrista do ZZ Top).

Basicamente, o álbum segue a linha blues da primeira fase da banda, mas com um pé no hard rock, com direito a bons solos de guitarra do Sr. Gibbons. A primeira faixa surpreende pela mistura de temas que engloba - uma espécie de três músicas em uma. Outro ponto forte é “Beers Drinkers &#038; Hell Raisers”, mais uma canção de blues bem ao estilo ZZ Top. Destaque também para o boggie "La Grange", de John Lee Hooker.

Tres Hombres é um disco marcado pelo encontro entre o blues e o rock, tocado por uma banda que no início de carreira se apresentava em bares freqüentados por gangues de motoqueiros. Recomendado para os apreciadores de um rock de raiz com pitadas de blues.

Por Gabriel Sáez ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jesus Just Left Chicago</p>
<p>La Grange</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jimi Hendrix &#8211; Valleys of Neptune</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 19:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais recente lançamento da Experience Hendrix, empresa que administra toda a produção de Jimi Hendrix, é o álbum Valleys of Neptune, com 12 gravações inéditas dos anos finais da carreira do guitarrista.

Todas as faixas presentes no disco foram gravadas entre os anos de 1969 e 70, em Nova York e Londres, com exceção de “Mr. Bad Luck”, de 1967. O disco traz bons registros dos clássicos “Stone Free”, “Sunshine of Your Love”, “Fire” e “Red House”, esta última em versão de mais de 8 minutos de duração, com direito ao melhor da guitarra blues de Hendrix.

Mas os destaques ficam com a faixa título “Valleys of Neptune”, com performance inspirada de Mitch Mitchell (bateria), Billy Cox (baixo) e Juma Sultan (percussão),  amparando a guitarra psicodélica.

O blues “Hear My Train A Comin” é outro grande momento do disco, com sua levada arrastada e os vocais afiados de Hendrix seguindo as notas dedilhadas na guitarra. Um grande registro do encontro entre o rock e o blues assinado pelo guitarrista.

“Ships Passing Through The Night” é outro blues psicodélico com levada de Mitchell e baixo de Noel Redding, assim como “Crying Blue Rain”, jam session que fecha do álbum com estilo.

Vale destacar a qualidade do som de todas as músicas do disco, muito bem mixadas por Eddie Kramer, parceiro de longa data de Hendrix.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valleys of Neptune</p>
<p>Hear My Train A Comin&#8217;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jane&#8217;s Addiction &#8211; Ritual de lo Habitual</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 18:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Liderado pelo vocalista e agitador cultural Perry Farrell, o Jane´s Addiction marcou a cena roqueira independente da Califórnia nos anos 90. O grupo, fundado em Los Angeles, em 1984, criou uma sonoridade híbrida ao mesclar elementos do hard rock, punk, folk, jazz e funk. Além de Farrell, a banda contava com Dave Navarro (guitarra), Eric Avery (baixo) e Stephen Perkins (bateria).

O álbum Ritual de lo Habitual, lançado em 1990, tirou a banda dos porões californianos e a apresentou para um público mais abrangente, graças a canções como “Been Caught Stealing”, muito executada nas rádios rock da Costa Oeste dos EUA na época.

Além de “Been Caught Stealing”, que se tornou a marca registrada do grupo, o registro traz boas canções, entre elas “Stop!”, com sua levada quebrada misturando rock e funk, a balada “Classic Girl”, e as épicas “Three Days” e “Then She Said...”.

Um disco indispensável para entendermos os caminhos do rock na transição dos anos 80 para os 90.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Been Caught Stealing</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AC/DC &#8211; Back In Black</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 20:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hard Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Back in Black é talvez o melhor exemplo de superação de uma banda, que em um momento delicado devido à morte de seu vocalista Bon Scott por abuso de álcool, lançou um dos melhores álbuns de rock de todos os tempos. O substituto de Scott foi Brian Johnson, uma escolha pra lá de acertada feita pelos irmãos Malcolm e Angus Young.

O disco começa literalmente com os sinos da canção “Hells Bells”, passa pela empolgante “Shoot to Thrill”, defende uma causa com “Rock 'n' Roll ain't a Noise Polution”, entoa um dos grandes hinos do rock em “You Shook Me All Night Long” e surpreende quando chega na clássica “Back in Black”. Isso sem falar nas excelentes mas menos conhecidas “Have a Drink On Me” e “Shake Leg”.

Com Bon Scott o AC/DC já tinha conquistado a Europa, porém o mercado norte-americano ainda era um território a ser explorado pelo grupo. Com Back In Black eles conquistaram não só a América, mas se firmaram como uma das melhores bandas de rock de todo o planeta.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hells Bells</p>
<p>Rock and Roll Ain&#8217;t Noise Pollution</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Supertramp &#8211; Crisis? What Crisis?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 22:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Progressivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Crisis? What Crisis? o Supertramp se viu diante da árdua tarefa de, no mínimo, se equiparar ao ótimo Crime of the Century - álbum anterior a este - que foi um sucesso nas paradas britânicas. Apesar dessa responsabilidade, o grupo resolveu focar suas energias em trazer de volta suas raízes do rock progressivo, ao invés de se deixarem levar pelo lado comercial. E o resultado foi esse mesmo, apesar de não emplacarem nas rádios, reconquistaram sua legião de fãs e ganharam outros.

O disco começa com a calma "Easy Does It", que faz a ponte para a clássica "Sister Moonshine". Após essa introdução vêm as não menos primorosas "Ain´t Nobody But Me" e "A Soapbox Opera", com Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclado) e Richard Davies (vocal e teclado) em plena forma. Destaque também para a quinta faixa, "Another Man´s Woman". O restante do disco não surpreende como as cinco primeiras músicas.

Situado entre Crime of the Century e Even in the Quietest Moments, temos que admitir que este álbum fica um pouco atrás, mas não por isso deve ser ignorado. Pelo contrário, é mais um bom registro da respeitosa discografia do Supertramp.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ain&#8217;t Nobody&#8217;s Fault But Mine</p>
<p>A Soapbox Opera</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bob Dylan &#8211; John Wesley Harding</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 22:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Folk]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O disco John Wesley Harding foi lançado em meio ao rebuliço da psicodelia do final dos anos 60, ao lado de álbuns como Sgt. Peppers (dispensa o nome dos autores), Eletric Ladyland, de Jimi Hendrix, e toda aquela turma que fez história com as capas de discos mais coloridas e surrealistas já vistas até então. Assim como as obras citadas, John Wesley Harding foi criado para quebrar paradigmas.

O álbum de Bob Dylan contrariava tudo o que estava acontecendo, tanto no aspecto estético como musical. Enquanto todos tocavam e cantavam o mais alto possível, Dylan surgia com um tranqüilo álbum de country rock. E em termos estéticos, basta compararmos a capa de Sgt. Peppers para notarmos as diferenças, como a quantidade de cores e de elementos.

Fica difícil citar pontos altos no disco, já que todas as faixas merecem respeito, com exceção de “All Along the Watchtower”, que merece mais respeito ainda. A mesma já foi gravada por diversos artistas, incluindo Jimi Hendrix (para alguns a melhor versão da música), U2 (do álbum Rattle and Hum) e também por artistas contemporâneos como Dave Mathews.

Com esse álbum, Dylan encerrou a fase de consumo de drogas e bebedeiras que acabara de passar com a banda The Hawks – grupo que o acompanhava em turnês – e começou uma fase mais familiar (com o nascimento de sua filha). Foi assim que o músico se distanciou de todo o movimento de liberação que ele ajudou criar, para seguir em outra direção.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>All Along the Watchtower</p>
<p>Dear Landlord</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jeff Beck &#8211; Wired</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[As virtudes musicais de Jeff Beck em seu instrumento se equiparam com os maiores guitarristas que já pisaram nesse planeta. Tão inventivo quanto Jimmy Page, tão melódico quanto Eric Clapton e até mesmo tão visionário quanto Jimi Hendrix, Jeff Beck é capaz de transformar um hard rock em jazz fusion em um piscar de olhos. A prova disso é o álbum Wired, uma excelente fusão entre esses dois gêneros musicais.

Começa de maneira explosiva com a poderosa bateria de Narada Michael Walden que prepara o terreno para um solo de guitarra intenso e arrebatador comandado por Beck. Logo em seguida vem “Come Dancing”, uma swingada levada de baixo e bateria, e intervenções de guitarra que trazem uma atmosfera jazzística ao som.

A terceira faixa dá espaço a uma composição de Charles Mingus interpretada pelo guitarrista, uma lenta canção com acompanhamentos comportados de baixo e guitarra. É um dos pontos altos do disco.

Destaque também para “Head for Backstage” com sua levada quebrada de bateria e improvisos de guitarra e um baixo que faz lembrar o jazzista Jaco Pastorious.

Wired foi lançado após Blow by Blow (na opinião de muitos, superior à Wired) e fica como um dos grandes clássicos da história do rock instrumental.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Come Dancing</p>
<p>Goodbye Pork Pie Hat</p>
<p>Head For Backstage Pass</p>
]]></content:encoded>
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