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	<title>Revista Toro &#187; Rock</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Television &#8211; Adventure</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a década de 70, enquanto surgiam diversas bandas de punk rock com propostas musicais semelhantes, o Television apareceu com uma nova receita sonora, que além do espírito "do it yourself", englobava um tipo de som mais cerebral.

O líder da banda, Tom Verlaine (guitarra), já transitava com certa desenvoltura pela cena underground de Nova York antes de formar a banda. Foi ele quem gravou a guitarra no primeiro single de Patti Smith ("Hey Joe"/"Piss Factory") e também já havia escrito um livro de poesias com a rainha do punk.

A proposta desse álbum era tentar manter a linha de seu antecessor, tarefa nada fácil diante do inusitado Marquee Moon, disco que ampliou os limites do punk rock com a inserção de letras mais poéticas, sofisticados e melódicos solos de guitarra e uma pitada de jazz na bateria quebrada de Billy Finca.

Adventure trata-se de um disco homogêneo, mas em cada uma das faixas encontramos particularidades. Mesmo assim podemos ressaltar dois pontos altos. Um deles é a introspectiva e calma "The Dreams Dream", que traz grandes solos de guitarra bem ao estilo da faixa título do álbum anterior, Marquee Moon. A não menos brilhante "Adventure", que vem na seqüência, mostra um tipo de som cheio de camadas com grandes variações de tempo.

Adventure não chega a ser uma obra-prima, mas mostra uma das melhores guitarras punk de todos os tempos tocada em companhia de músicos em seu auge criativo.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Dreams Dream</p>
<p>Adventure</p>
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		<title>ZZ Top &#8211; Tres Hombres</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao escutar o álbum Tres Hombres logo nos damos conta de como o ZZ Top influenciou várias bandas da pesada. Podemos citar o AC/DC, que certamente bebeu dessa fonte na criação das não menos poderosas "Ride On" e "The Jack", entre outros grupos de destaque. Vale ressaltar também que ninguém menos que Jimi Hendrix era fã de Billy Gibbons (guitarrista do ZZ Top).

Basicamente, o álbum segue a linha blues da primeira fase da banda, mas com um pé no hard rock, com direito a bons solos de guitarra do Sr. Gibbons. A primeira faixa surpreende pela mistura de temas que engloba - uma espécie de três músicas em uma. Outro ponto forte é “Beers Drinkers &#038; Hell Raisers”, mais uma canção de blues bem ao estilo ZZ Top. Destaque também para o boggie "La Grange", de John Lee Hooker.

Tres Hombres é um disco marcado pelo encontro entre o blues e o rock, tocado por uma banda que no início de carreira se apresentava em bares freqüentados por gangues de motoqueiros. Recomendado para os apreciadores de um rock de raiz com pitadas de blues.

Por Gabriel Sáez ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jesus Just Left Chicago</p>
<p>La Grange</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jimi Hendrix &#8211; Valleys of Neptune</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 19:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais recente lançamento da Experience Hendrix, empresa que administra toda a produção de Jimi Hendrix, é o álbum Valleys of Neptune, com 12 gravações inéditas dos anos finais da carreira do guitarrista.

Todas as faixas presentes no disco foram gravadas entre os anos de 1969 e 70, em Nova York e Londres, com exceção de “Mr. Bad Luck”, de 1967. O disco traz bons registros dos clássicos “Stone Free”, “Sunshine of Your Love”, “Fire” e “Red House”, esta última em versão de mais de 8 minutos de duração, com direito ao melhor da guitarra blues de Hendrix.

Mas os destaques ficam com a faixa título “Valleys of Neptune”, com performance inspirada de Mitch Mitchell (bateria), Billy Cox (baixo) e Juma Sultan (percussão),  amparando a guitarra psicodélica.

O blues “Hear My Train A Comin” é outro grande momento do disco, com sua levada arrastada e os vocais afiados de Hendrix seguindo as notas dedilhadas na guitarra. Um grande registro do encontro entre o rock e o blues assinado pelo guitarrista.

“Ships Passing Through The Night” é outro blues psicodélico com levada de Mitchell e baixo de Noel Redding, assim como “Crying Blue Rain”, jam session que fecha do álbum com estilo.

Vale destacar a qualidade do som de todas as músicas do disco, muito bem mixadas por Eddie Kramer, parceiro de longa data de Hendrix.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valleys of Neptune</p>
<p>Hear My Train A Comin&#8217;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jane&#8217;s Addiction &#8211; Ritual de lo Habitual</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 18:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Liderado pelo vocalista e agitador cultural Perry Farrell, o Jane´s Addiction marcou a cena roqueira independente da Califórnia nos anos 90. O grupo, fundado em Los Angeles, em 1984, criou uma sonoridade híbrida ao mesclar elementos do hard rock, punk, folk, jazz e funk. Além de Farrell, a banda contava com Dave Navarro (guitarra), Eric Avery (baixo) e Stephen Perkins (bateria).

O álbum Ritual de lo Habitual, lançado em 1990, tirou a banda dos porões californianos e a apresentou para um público mais abrangente, graças a canções como “Been Caught Stealing”, muito executada nas rádios rock da Costa Oeste dos EUA na época.

Além de “Been Caught Stealing”, que se tornou a marca registrada do grupo, o registro traz boas canções, entre elas “Stop!”, com sua levada quebrada misturando rock e funk, a balada “Classic Girl”, e as épicas “Three Days” e “Then She Said...”.

Um disco indispensável para entendermos os caminhos do rock na transição dos anos 80 para os 90.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Been Caught Stealing</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AC/DC &#8211; Back In Black</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 20:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hard Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Back in Black é talvez o melhor exemplo de superação de uma banda, que em um momento delicado devido à morte de seu vocalista Bon Scott por abuso de álcool, lançou um dos melhores álbuns de rock de todos os tempos. O substituto de Scott foi Brian Johnson, uma escolha pra lá de acertada feita pelos irmãos Malcolm e Angus Young.

O disco começa literalmente com os sinos da canção “Hells Bells”, passa pela empolgante “Shoot to Thrill”, defende uma causa com “Rock 'n' Roll ain't a Noise Polution”, entoa um dos grandes hinos do rock em “You Shook Me All Night Long” e surpreende quando chega na clássica “Back in Black”. Isso sem falar nas excelentes mas menos conhecidas “Have a Drink On Me” e “Shake Leg”.

Com Bon Scott o AC/DC já tinha conquistado a Europa, porém o mercado norte-americano ainda era um território a ser explorado pelo grupo. Com Back In Black eles conquistaram não só a América, mas se firmaram como uma das melhores bandas de rock de todo o planeta.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hells Bells</p>
<p>Rock and Roll Ain&#8217;t Noise Pollution</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Supertramp &#8211; Crisis? What Crisis?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 22:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Progressivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Crisis? What Crisis? o Supertramp se viu diante da árdua tarefa de, no mínimo, se equiparar ao ótimo Crime of the Century - álbum anterior a este - que foi um sucesso nas paradas britânicas. Apesar dessa responsabilidade, o grupo resolveu focar suas energias em trazer de volta suas raízes do rock progressivo, ao invés de se deixarem levar pelo lado comercial. E o resultado foi esse mesmo, apesar de não emplacarem nas rádios, reconquistaram sua legião de fãs e ganharam outros.

O disco começa com a calma "Easy Does It", que faz a ponte para a clássica "Sister Moonshine". Após essa introdução vêm as não menos primorosas "Ain´t Nobody But Me" e "A Soapbox Opera", com Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclado) e Richard Davies (vocal e teclado) em plena forma. Destaque também para a quinta faixa, "Another Man´s Woman". O restante do disco não surpreende como as cinco primeiras músicas.

Situado entre Crime of the Century e Even in the Quietest Moments, temos que admitir que este álbum fica um pouco atrás, mas não por isso deve ser ignorado. Pelo contrário, é mais um bom registro da respeitosa discografia do Supertramp.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ain&#8217;t Nobody&#8217;s Fault But Mine</p>
<p>A Soapbox Opera</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bob Dylan &#8211; John Wesley Harding</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 22:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Folk]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O disco John Wesley Harding foi lançado em meio ao rebuliço da psicodelia do final dos anos 60, ao lado de álbuns como Sgt. Peppers (dispensa o nome dos autores), Eletric Ladyland, de Jimi Hendrix, e toda aquela turma que fez história com as capas de discos mais coloridas e surrealistas já vistas até então. Assim como as obras citadas, John Wesley Harding foi criado para quebrar paradigmas.

O álbum de Bob Dylan contrariava tudo o que estava acontecendo, tanto no aspecto estético como musical. Enquanto todos tocavam e cantavam o mais alto possível, Dylan surgia com um tranqüilo álbum de country rock. E em termos estéticos, basta compararmos a capa de Sgt. Peppers para notarmos as diferenças, como a quantidade de cores e de elementos.

Fica difícil citar pontos altos no disco, já que todas as faixas merecem respeito, com exceção de “All Along the Watchtower”, que merece mais respeito ainda. A mesma já foi gravada por diversos artistas, incluindo Jimi Hendrix (para alguns a melhor versão da música), U2 (do álbum Rattle and Hum) e também por artistas contemporâneos como Dave Mathews.

Com esse álbum, Dylan encerrou a fase de consumo de drogas e bebedeiras que acabara de passar com a banda The Hawks – grupo que o acompanhava em turnês – e começou uma fase mais familiar (com o nascimento de sua filha). Foi assim que o músico se distanciou de todo o movimento de liberação que ele ajudou criar, para seguir em outra direção.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>All Along the Watchtower</p>
<p>Dear Landlord</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jeff Beck &#8211; Wired</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[As virtudes musicais de Jeff Beck em seu instrumento se equiparam com os maiores guitarristas que já pisaram nesse planeta. Tão inventivo quanto Jimmy Page, tão melódico quanto Eric Clapton e até mesmo tão visionário quanto Jimi Hendrix, Jeff Beck é capaz de transformar um hard rock em jazz fusion em um piscar de olhos. A prova disso é o álbum Wired, uma excelente fusão entre esses dois gêneros musicais.

Começa de maneira explosiva com a poderosa bateria de Narada Michael Walden que prepara o terreno para um solo de guitarra intenso e arrebatador comandado por Beck. Logo em seguida vem “Come Dancing”, uma swingada levada de baixo e bateria, e intervenções de guitarra que trazem uma atmosfera jazzística ao som.

A terceira faixa dá espaço a uma composição de Charles Mingus interpretada pelo guitarrista, uma lenta canção com acompanhamentos comportados de baixo e guitarra. É um dos pontos altos do disco.

Destaque também para “Head for Backstage” com sua levada quebrada de bateria e improvisos de guitarra e um baixo que faz lembrar o jazzista Jaco Pastorious.

Wired foi lançado após Blow by Blow (na opinião de muitos, superior à Wired) e fica como um dos grandes clássicos da história do rock instrumental.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Come Dancing</p>
<p>Goodbye Pork Pie Hat</p>
<p>Head For Backstage Pass</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pearl Jam &#8211; No Code</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grunge]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem apostar em hits, o álbum No Code é o mais denso da carreira do Pearl Jam. Foi um divisor de águas na sonoridade dessa banda que ajudou a definir o grunge nos anos 90, ao lado de grupos como Nirvana e Mudhoney.

Em seus três primeiros discos, Ten (1991), Vs. (93) e Vitalogy (94), Eddie Vedder e cia. transitaram por um hard rock energético, marcado por bons riffs de guitarra e letras bem amarradas. Também realizaram algumas baladas de qualidade (como o hit “Black”), mas a força motriz da banda sempre foi a energia roqueira de seus integrantes.

No Code rompe com esse modelo ao abrir as portas para outros estilos musicais, como o folk, blues, country, e até gêneros do Oriente. Essas novas influências aparecem amarradas por um forte tom espiritual e lírico, que se reflete em boa parte das canções do disco.

Faixas como “Sometimes”, “Who You Are” e “Off He Goes” dispensam guitarras distorcidas e levadas de bateria pesadas, mergulhando em tons acústicos, com violões e percussão. Porém, o álbum também traz alguns traços do Pearl Jam “convencional”, como nas roqueiras “Hail Hail” e “Red Mosquito”.

Um registro maduro de uma banda que sempre soube se reciclar, sem ficar presa a bem sucedida fórmula de seus primeiros discos.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sometimes</p>
<p>Off he Goes</p>
<p>Red Mosquito</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Beck &#8211; Modern Guilt</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[A parceria entre Beck e o produtor Danger Mouse rendeu bons frutos ao recém-lançado álbum Modern Guilt, que mostra uma vasta gama de gêneros musicais dentro de seu pop rock característico.

Esse com certeza é o mais agressivo trabalho de Beck em anos. Se o compararmos com Sea Change (2002), Guero (2005) e The Information (2006), veremos que, enquanto estes possuem texturas mais sintéticas que orgânicas, Modern Guilt mistura guitarras distorcidas ao estilo Sonic Youth, loops de batidas eletrônicas e uma pitada de new wave em algumas das faixas.

As quatro primeiras faixas mostram o resultado da parceria entre produtor e músico, capazes de combinar suas habilidades respeitando seus respectivos espaços: “Orphans”, a partir de uma levada de bateria, faz uma combinação interessante entre violão, piano e efeitos não convencionais; a poderosa “Gamma Ray” é marcada por uma forte linha de baixo, acompanhada por levadas de guitarra a la Dick Dale; a contemplativa “Chemtrails” possui uma das letras mais marcantes do álbum; e finalmente a faixa título, que continua com a mesma qualidade das anteriores e conta com comportados riffs de guitarra de muito bom gosto.

A partir daí o disco se desenvolve em várias direções e diferentes estilos, como é o caso de “Walls”, composta por Beck em parceria com Danger Mouse, e “Replica”, com suas batidas eletrônicas ao estilo drum-‘n’-bass.

Modern Guilt mistura diversos estilos, tipos de letras, tendências e psicodelia na medida certa. Isso tudo o coloca entre os melhores discos de 2008.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gamma Ray</p>
]]></content:encoded>
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