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	<title>Revista Toro</title>
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	<description>Revista Toro</description>
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		<title>Television &#8211; Adventure</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a década de 70, enquanto surgiam diversas bandas de punk rock com propostas musicais semelhantes, o Television apareceu com uma nova receita sonora, que além do espírito "do it yourself", englobava um tipo de som mais cerebral.

O líder da banda, Tom Verlaine (guitarra), já transitava com certa desenvoltura pela cena underground de Nova York antes de formar a banda. Foi ele quem gravou a guitarra no primeiro single de Patti Smith ("Hey Joe"/"Piss Factory") e também já havia escrito um livro de poesias com a rainha do punk.

A proposta desse álbum era tentar manter a linha de seu antecessor, tarefa nada fácil diante do inusitado Marquee Moon, disco que ampliou os limites do punk rock com a inserção de letras mais poéticas, sofisticados e melódicos solos de guitarra e uma pitada de jazz na bateria quebrada de Billy Finca.

Adventure trata-se de um disco homogêneo, mas em cada uma das faixas encontramos particularidades. Mesmo assim podemos ressaltar dois pontos altos. Um deles é a introspectiva e calma "The Dreams Dream", que traz grandes solos de guitarra bem ao estilo da faixa título do álbum anterior, Marquee Moon. A não menos brilhante "Adventure", que vem na seqüência, mostra um tipo de som cheio de camadas com grandes variações de tempo.

Adventure não chega a ser uma obra-prima, mas mostra uma das melhores guitarras punk de todos os tempos tocada em companhia de músicos em seu auge criativo.

Por Gabriel Sáez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Dreams Dream</p>
<p>Adventure</p>
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		<title>Air no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O duo francês Air anunciou shows no Brasil no próximo mês de outubro. A turnê sul-americana da dupla formada Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel também passa por Chile e Colômbia. Ainda não foram divulgadas informações sobre a venda e o preço dos ingressos.
Na ativa desde 1995 o Air tem em sua discografia bons álbuns, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O duo francês Air anunciou shows no Brasil no próximo mês de outubro. A turnê sul-americana da dupla formada Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel também passa por Chile e Colômbia. Ainda não foram divulgadas informações sobre a venda e o preço dos ingressos.</p>
<p>Na ativa desde 1995 o Air tem em sua discografia bons álbuns, como a trilha que fez para o filme &#8220;Virgens Suicidas&#8221; (1999), de Sofia Coppola, e Pocket Synphony (2007), além do mais recente trabalho Love 2 (2009), dos singles &#8220;Sing Sang Sung&#8221; e &#8220;Do The Joy&#8221;.</p>
<p>Mas o principal destaque é Moon Safari (1998), registro que tornou a banda conhecida além das fronteiras da Europa.</p>
<p>A faixa abertura “La Femme D´Argent” tem 7 minutos de um groove que lembra as introduções dos grandes álbuns de soul funk dos anos 70, só que com o toque de downtempo e trip hop que caracteriza o som da dupla. Solos de teclado e efeitos eletrônicos psicodélicos amparam a condução do baixo e da percussão.</p>
<p>Na sequência vem “Sexy Boy”, com seu rock eletrônico, seguida pela balada “All I Need” e seu bom vocal. “Kelly watch the Stars” fecha essa ótima sequência inicial com uma batida reta e vocais robóticos.</p>
<p><strong>14/10</strong><br />
Rio de Janeiro<br />
Circo Voador</p>
<p><strong>15/10</strong><br />
Belo Horizonte<br />
Chevrolet Hall</p>
<p><strong>16/10</strong><br />
São Paulo<br />
Natura Nós About Us Festival</p>
<p>“La Femme D´argent”</p>
<p>“Kelly watch the Stars”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Futebol Ben jogado</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 16:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O futebol sempre foi um tema recorrente nas músicas de Jorge Ben Jor. Autor de vários clássicos da MPB, Jorge nunca escondeu sua paixão pelo universo da bola. Flamenguista fanático, exaltou seus ídolos, jogadas celestiais e gols de placa em canções que ilustram com perfeição as afinidades entre o futebol e a música.
O disco África [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol sempre foi um tema recorrente nas músicas de Jorge Ben Jor. Autor de vários clássicos da MPB, Jorge nunca escondeu sua paixão pelo universo da bola. Flamenguista fanático, exaltou seus ídolos, jogadas celestiais e gols de placa em canções que ilustram com perfeição as afinidades entre o futebol e a música.</p>
<p>O disco África Brasil, lançado em 1976, é um dos maiores clássicos da discografia de Jorge. Suas 11 faixas mostram com maestria o encontro entre o samba, o funk e o rock, que se tornou marca registrada desse alquimista de ritmos. E o futebol dá o tom em pelo menos 3 canções desse disco imprescindível.</p>
<p>Já na música de abertura encontramos a versão original de “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”,  uma das mais conhecidas canções que falam de futebol, exaltando as proezas do jogador africano. Aliás, recentemente uma nova versão de “Umbabarauma” foi lançada para uma campanha da Nike Sportswear.</p>
<p><object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YQOOzvwW2Wk&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YQOOzvwW2Wk&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>Ben Jor se juntou a um time de craques composto pelas cantoras Céu, Anelis Assumpção e Thalma de Freitas (backing vocals), Pupillo (Nação Zumbi) e Gustavo da Lua (percussão), Duani (baixo), Gabriel Ben Menezes (filho de Jorge, na guitarra), além do rapper Mano Brown. A produção ficou por conta da dupla Daniel Ganjaman (Instituto) e Zé Gonzalez (N.A.S.A.).</p>
<p>Outra canção de África Brasil em que o futebol aparece é “Meus Filhos, Meus Tesouros”. Nela Jorge canta um de seus sonhos de infância “Eu quero ser jogador de futebol, jogador de futebol.” Já na faixa “Camisa 10 da Gávea” é a vez de Ben Jor exaltar as proezas de Zico, craque do Flamengo e da seleção brasileira, como se estivesse narrando uma partida de futebol, só que amparado por sua guitarra e por uma banda que joga por música.</p>
<p>O Camisa 10 da Gavea</p>
<p>Meus Filhos Meu Tesouro</p>
<p>Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Afro Beat &amp; Nigerian Blues</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Playlist]]></category>

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		<description><![CDATA[
Who&#8217;re You
Akula Owu Onyeara
Psychedelic Baby
Afro-Blues
Ibi Awo Iyi
Do The Afro Shuffle
Shango Oba Onina
Agboyabakpa
Onwu Dinjo
Iwo Ko La Dami
Omohupa

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/01-Whore-You.mp3">Who&#8217;re You</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/04-Akula-Owu-Onyeara.mp3">Akula Owu Onyeara</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/01-Psychedelic-Baby.mp3">Psychedelic Baby</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/06-Afro-Blues.mp3">Afro-Blues</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/04-Ibi-Awo-Iyi.mp3">Ibi Awo Iyi</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/09-Do-The-Afro-Shuffle.mp3">Do The Afro Shuffle</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/02-Shango-Oba-Onina.mp3">Shango Oba Onina</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/07-Agboyabakpa.mp3">Agboyabakpa</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/08-Onwu-Dinjo.mp3">Onwu Dinjo</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/15-Iwo-Ko-La-Dami.mp3">Iwo Ko La Dami</a></li>
<li><a href="http://revistatoro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/05-Omohupa.mp3">Omohupa</a></li>
</ul>
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		<title>Africa Unity</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<title>Stones In Exile</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 00:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma pesquisa que julgava os melhores álbuns de rock ‘n’ roll da história feita pela revista Rolling Stone em 2003, Exile On Main Street, clássico dos Rolling Stones, figurava na sétima posição. Atrás de What’s Going On (de Marvin Gaye), Rubber Soul (dos Beatles), Highway 61 Revisited (de Bob Dylan), Revolver (Beatles), Pet Sounds [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma pesquisa que julgava os melhores álbuns de rock ‘n’ roll da história feita pela revista Rolling Stone em 2003, Exile On Main Street, clássico dos Rolling Stones, figurava na sétima posição. Atrás de What’s Going On (de Marvin Gaye), Rubber Soul (dos Beatles), Highway 61 Revisited (de Bob Dylan), Revolver (Beatles), Pet Sounds (Beach Boys) e Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band (Beatles), que na maioria das listas ocupa o posto mais alto.</p>
<p>A importância dos álbuns citados acima é inegável. Agora se formos considerar não o disco mais importante e sim o disco mais rock ‘n’ roll da história do rock ‘n’ roll a ordem muda completamente e a probabilidade de Exile ocupar a primeira posição seria altíssima. O álbum traz uma mistura de rock com blues, country e R&#038;B e foi gravado na França sob os excessos de três componentes básicos do rock ‘n’ roll: sexo, drogas e bebidas.</p>
<p>No final do mês de julho será lançado um documentário sobre o disco, que é considerado o mais polêmico trabalho dos garotos maus do rock ‘n’ roll. O filme inclui imagens raras que sobraram do documentário Cocksucker Blues, de Robert Frank, que jamais foi as telas por decisão judicial da própria banda devido às cenas comprometedoras contidas no material.</p>
<p><object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UXcqcdYABFw&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UXcqcdYABFw&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>Paralelamente ao longa, uma versão incrementada do disco está sendo lançada em um CD duplo com as gravações originais remasterizadas, takes alternativos e outras músicas inéditas que são sobras das gravações.</p>
<p>Além dessas duas novidades será lançado nos EUA uma caixa que inclui o álbum duplo em CD, documentário em DVD e um livreto de 64 páginas com imagens raras e afins. E para aqueles que gostariam de experimentar novamente o disco na sua forma mais pura a caixa também traz o disco duplo (como foi lançado originalmente em 1972) em vinil.</p>
<p>Sweet Virginia</p>
<p>Shine a Light</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um Legado Sem Prazo de Validade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 19:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo começou com uma gravação com os pianistas Albert Ammons e Meade Lux Lewis, em 13de janeiro de 1939, na cidade de Nova York. Neste dia, os imigrantes alemães Alfred Lion e Francis Wolff criaram um dos pilares da história do jazz, a gravadora Blue Note. 
Além de suas gravações históricas, o selo também é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começou com uma gravação com os pianistas Albert Ammons e Meade Lux Lewis, em 13de janeiro de 1939, na cidade de Nova York. Neste dia, os imigrantes alemães Alfred Lion e Francis Wolff criaram um dos pilares da história do jazz, a gravadora Blue Note. </p>
<p>Além de suas gravações históricas, o selo também é lembrado pelo design moderno e inovadores das capas dos álbuns e pela qualidade sonora de seus registros. Os responsáveis por isso são, respectivamente, o designer Reid Miles e o engenheiro de som Rudy Van Gelder.</p>
<p>Durante os 15 anos em que trabalhou com a gravadora, Miles fez cerca de 500 capas e soube como ninguém aliar sua técnica com as fotos de Wolff. Como esquecer capas clássicas como Soul Station, de Hank Mobley, Mode For Joe, de Joe Henderson, Hub-Tones, de Freddie Hubbard e Point Of Departure, de Andrew Hill? Já Van Gelder tornou-se sinônimo de qualidade e foi responsável por gravações definitivas dos principais músicos do selo, como Kenny Burrell, Miles Davis, Thelonious Monk, Art Blakey e Wayne Shorter.</p>
<p><object width="450" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rg7iM7E_RSM&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rg7iM7E_RSM&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="364"></embed></object></p>
<p>O auge da Blue Note aconteceu durante os anos 50 e 60, época em que o jazz deixava o bebop para trás e avançava no caminho do hard bop e avant garde. Entre dezenas de discos e jazzistas que fizeram a história da gravadora, é de vital importância citar os nomes dos saxofonistas Wayne Shorter, Joe Hendeson, Hank Mobley, Lou Donaldson, Dexter Gordon, Eric Dolphy, Stanley Turrentine, Sony Rollins e Jackie McLean, dos pianistas Herbie Hancock, Andrew Hill, Horace Silver, Bud Powell, Sonny Clark e Kenny Drew, dos trompetistas Freddie Hubbard, Donald Byrd, Blue Mitchell e Lee Morgan, do organista Jimmy Smith, do guitarrista Grant Green, do vibrafonista Bobby Hutcherson e do baterista Art Blakey e o seu Jazz Mesengers.</p>
<p>Assim como a maioria das gravadoras de jazz, a Blue Note também sofreu com a chegada do rock, nos anos 60 e com o jazz fusion, na década de 70. Um pouco antes, em 1966, Lion vendeu o selo e os novos donos simplesmente o abandonaram. Por mais de uma década, a gravadora ficou no limbo e só voltaria ao cenário do jazz em 1984, quando foi adquirida pela EMI, com Bruce Lundwall no comando. </p>
<p>Para o relançamento da gravadora, Lundwall não economizou esforços e produziu um show com grandes nomes da Blue Note, em 22 de fevereiro de 1985, no Town Hall, em Nova York. No palco estavam nomes como Herbie Hancock, Joe Hendeson, Kenny Burell, Stanley Jordan, Tony William, Ron Carter, Freddie Hubbard e Cecil Taylor. O histórico encontro foi gravado e lançado anos depois com o nome de One Night With Blue Note.</p>
<p>Desde então, a gravadora não parou mais de lançar discos e novos artistas e voltou a ser referência para uma nova geração de ouvintes de jazz. Para sobreviver a nova realidade, a Blue Note resolveu mesclar seus discos entre músicos mais jazzistas (Stanley Jordan, Bill Charlap, Greg Osby e Joe Lovano) e artistas com um toque de modernidade (Norah Jones, US3, Madlib, Cassandra Wilson, Medeski Martin &#038; Wood, Lionel Loueke e Soulive).</p>
<p>Em 2009, a gravadora fez 70 anos e para comemorar lançou o disco Mosaic: A Celebration of Blue Note Records, além de promover uma turnê por dezenas de cidades dos Estados Unidos. Comandada pelo pianista Bill Charlap, The Blue Note 7 é comosto por Nicholas Payton (baixo), Ravi Coltrane (sax), Steve Wilson (sax), Peter Bernstein (guitarra), Peter Washington (baixo) e Lewis Nash (bateria). No repertório, temas como “Mosaic” (Cedar Walton), “Inner Urge” (Joe Henderson), “Criss Cross” (Thelonious Monk) e “The Outlaw” (Horace Silver). </p>
<p>You Are My Everything &#8211; Freddie Hubbard</p>
<p>Calcutta Cutie &#8211; Horace Silver</p>
<p>Por Emerson Lopes<br />
Editor do Guia de Jazz (<a href="http://www.sobresites.com/jazz">www.sobresites.com/jazz</a>)</p>
<p>Ilustração<br />
Henrique Santiago</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rising Down &#8211; The Roots</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2010/05/rising-down-the-roots/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 23:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Rising Down é o 10º álbum da carreira (8º de estúdio) do grupo de hip hop nativo da Filadélfia The Roots. Parece ter sido impulsionado pelos “demônios” do momento político dos EUA, marcado por indefinições e muita especulação. Esse contexto “pesado” se reflete sobre a sonoridade do disco através de letras, melodias e batidas ferozes. Porém, não deixa de lado a qualidade que marca a sólida trajetória desse grupo, que é referência mundial em termos de hip hop contemporâneo.

O baterista/produtor Ahmir ?uestlove Thompson continua distribuindo suas levadas sólidas, o MC Black Thought dispara suas rimas contundentes como tapas na orelha, enquanto Kamal Gray (teclados), Frank Knuckles (percussão), Kirk "Captain Kirk" Douglas (guitarra) e Owen Biddle (baixo) garantem a liga que desafia os padrões do rap ao apostar num som mais orgânico, com influências do jazz e r&#038;b. O registro ainda traz participações de MCs como Mos Def, Common, Talib Kweli e Dice Raw para engrossar o caldo.

Já nas primeiras faixas é possível sentir a aura agressiva que permeia boa parte das composições do álbum. A batida crua e pesada que abre a faixa título anuncia o que está por vir: verborragia recheada de contestação. “Esse é provavelmente o álbum mais político de nossa carreira. Falamos de niilismo, hipocrisia, vícios e da vida urbana na Filadélfia. Eu diria que Rising Down é um disco maduro e intenso, mas não é pessimista como muitas pessoas esperam que ele seja”, esclarece ?uestlove.

Musicalmente, a tensão do álbum só é diluída na sétima faixa. “Criminal” tem uma base mais melódica, mas sua letra não alivia no teor ácido. Faixas seguintes como “I Will Not Appologize”, “Singing Man” e “Lost Desire” mantém o nível do álbum. Trazem bases um pouco menos nervosas e preparam o ouvinte para as duas últimas músicas, “Rising Up” e o bônus track “Birthday Girl”.

“Rising Up” é musicalmente uma espécie de canção de redenção, cuja base leve, melódica e orgânica se contrapõe aos tons sombrios da maioria das faixas de Rising Down. A música traz a participação de Chrisette Michele, que empresta sua voz macia ao refrão. Já “Birthday Girl” encerra o álbum com uma atmosfera mais pop e festiva. Comprova a versatilidade de um time de músicos capaz de, num mesmo álbum, protestar de forma ácida e incisiva e tocar um hit de FM sem perder as raízes.

Por Luiz Guilherme Moffa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rising Down Feat. Mo Def Styles P</p>
<p>@15</p>
<p>I Will Not Apologize Feat. Porn Dice Raw</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ZZ Top &#8211; Tres Hombres</title>
		<link>http://revistatoro.com.br/2010/05/zz-top-tres-hombres/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao escutar o álbum Tres Hombres logo nos damos conta de como o ZZ Top influenciou várias bandas da pesada. Podemos citar o AC/DC, que certamente bebeu dessa fonte na criação das não menos poderosas "Ride On" e "The Jack", entre outros grupos de destaque. Vale ressaltar também que ninguém menos que Jimi Hendrix era fã de Billy Gibbons (guitarrista do ZZ Top).

Basicamente, o álbum segue a linha blues da primeira fase da banda, mas com um pé no hard rock, com direito a bons solos de guitarra do Sr. Gibbons. A primeira faixa surpreende pela mistura de temas que engloba - uma espécie de três músicas em uma. Outro ponto forte é “Beers Drinkers &#038; Hell Raisers”, mais uma canção de blues bem ao estilo ZZ Top. Destaque também para o boggie "La Grange", de John Lee Hooker.

Tres Hombres é um disco marcado pelo encontro entre o blues e o rock, tocado por uma banda que no início de carreira se apresentava em bares freqüentados por gangues de motoqueiros. Recomendado para os apreciadores de um rock de raiz com pitadas de blues.

Por Gabriel Sáez ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jesus Just Left Chicago</p>
<p>La Grange</p>
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		<title>The Wonder of Stevie: Essential Compositions, Covers &amp; Cookies</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 03:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>toro</dc:creator>
				<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1999 os amigos DJs Spinna e Bobbito (aka DJ Cucumberslice) tocaram juntos pela primeira vez e justamente em uma festa de tributo a Stevie Wonder. Ambos admiravam a música de Stevie, além é claro de conhecerem profundamente o catálogo do artista. A festa foi um sucesso, e daí nasceu a ideia de produzirem um disco.

Dois anos depois do encontro eles lançaram "The Wonder of Stevie", uma coletânea que mostra como o trabalho de um dos maiores representantes da soul music inspirou grandes músicos.

O álbum conta com a presença de grandes nomes como lendário vibrafonista norte-americano Lionel Hampton , o brasileiro Sérgio Mendes e sua big band Brasil ‘77 (com uma versão de “Superstion”), o grupo vocal feminino  The Supremes (com “Bad Weather”), o percussionista Ray Barreto (com a versão latina de “Pastime Paradise”), interpretando não apenas grandes hits mas boas versões das músicas de Stevie Wonder.

Boa dica para os apreciadores do r&#038;b e da soul music.

Por Sérgio Godoy]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As &#8211; Gene Harris</p>
<p>Bad Weather &#8211; The Supremes</p>
]]></content:encoded>
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